Publicação
Deteção de faces ameaçadoras: efeito dos odores corporais de ansiedade
| Resumo: | Os humanos orientam a sua atenção preferencialmente para os estímulos ou situações que sinalizam o perigo. A comunicação através dos sinais químicos entre os animais encontra-se bem estabelecida na literatura. Nos humanos, são poucas as evidências que mostram que os sinais químico-sensoriais de ansiedade potenciam a deteção de estímulos visuais ameaçadores. Neste estudo pretendemos verificar se os odores de ansiedade potenciam a deteção das expressões faciais, sobretudo de expressões com cariz emocional negativo (raiva e nojo). Os participantes (75) realizaram uma tarefa de pesquisa visual onde se apresentavam conjuntos de expressões faciais emocionais (alegria, raiva, nojo). A tarefa dos participantes implicava detetar de modo rápido e preciso a presença (ou ausência) destas expressões, apresentadas entre estímulos neutros (expressões faciais neutras). Os resultados revelaram que os odores de ansiedade parecem não facilitar o processamento de faces com valências emocionais negativas (raiva e nojo). Porém, as mulheres, quando expostas a odores de ansiedade, acertaram mais vezes para as faces masculinas quando comparada com as faces femininas. |
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| Autores principais: | Ferreira, Jacqueline Helena Tavares |
| Assunto: | Psicologia forense Expressão facial Emoções Comunicação não-verbal Odor |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | Os humanos orientam a sua atenção preferencialmente para os estímulos ou situações que sinalizam o perigo. A comunicação através dos sinais químicos entre os animais encontra-se bem estabelecida na literatura. Nos humanos, são poucas as evidências que mostram que os sinais químico-sensoriais de ansiedade potenciam a deteção de estímulos visuais ameaçadores. Neste estudo pretendemos verificar se os odores de ansiedade potenciam a deteção das expressões faciais, sobretudo de expressões com cariz emocional negativo (raiva e nojo). Os participantes (75) realizaram uma tarefa de pesquisa visual onde se apresentavam conjuntos de expressões faciais emocionais (alegria, raiva, nojo). A tarefa dos participantes implicava detetar de modo rápido e preciso a presença (ou ausência) destas expressões, apresentadas entre estímulos neutros (expressões faciais neutras). Os resultados revelaram que os odores de ansiedade parecem não facilitar o processamento de faces com valências emocionais negativas (raiva e nojo). Porém, as mulheres, quando expostas a odores de ansiedade, acertaram mais vezes para as faces masculinas quando comparada com as faces femininas. |
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