Publicação
Características do gestor e estruturas de capital nas empresas cotadas
| Resumo: | Os estudos no âmbito das finanças tradicionais levam a crer que gestores e investidores agem de uma forma racional e não sob a influência de enviesamentos cognitivos. Porém, as finanças comportamentais consideram que os modelos tradicionais não se encontram completos, uma vez que não consideram o comportamento e emoções de gestores e investidores. Deste modo, esta corrente das finanças tem procurado compreender os processos de tomada de decisão que se afastam do pressuposto da racionalidade. Assim, com base nos conceitos e estudos realizados no âmbito das finanças comportamentais, esta investigação tem como finalidade analisar se os comportamentos de otimismo e excesso de confiança dos gestores das empresas cotadas na Euronext Lisboa, influenciam a respectiva estrutura de capital no período de 2008-2012. A temática relativa à estrutura de capital tem sido bastante debatida no mundo das finanças, sendo que existem diversas perspetivas quanto aos seus determinantes. No entanto, o papel do comportamento e das características do gestor neste domínio não tem sido ainda suficientemente investigado. Neste estudo, com base em investigações anteriormente realizadas, constrói-se uma medida para o excesso de confiança e otimismo do gestor com base na análise de notícias publicadas. Deste modo, esta medida baseia-se na percepção que os outsiders têm dos gestores e, a este nível, em termos nacionais, apresenta alguma inovação. Os resultados obtidos sugerem que as características dos gestores não determinam diretamente o nível de endividamento, mas podem exercer alguma influência sobre o efeito dos determinantes da estrutura de capital, alterando a relação entre estes. |
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| Autores principais: | Barbosa, Ana Sofia Moreira |
| Assunto: | Politica de investimentos Empresas cotadas - Portugal Gestores Finanças empresariais Investimentos financeiros - Aspectos psicológicos Psicologia do comportamento Gestão de empresas - Teses de mestrado |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | Os estudos no âmbito das finanças tradicionais levam a crer que gestores e investidores agem de uma forma racional e não sob a influência de enviesamentos cognitivos. Porém, as finanças comportamentais consideram que os modelos tradicionais não se encontram completos, uma vez que não consideram o comportamento e emoções de gestores e investidores. Deste modo, esta corrente das finanças tem procurado compreender os processos de tomada de decisão que se afastam do pressuposto da racionalidade. Assim, com base nos conceitos e estudos realizados no âmbito das finanças comportamentais, esta investigação tem como finalidade analisar se os comportamentos de otimismo e excesso de confiança dos gestores das empresas cotadas na Euronext Lisboa, influenciam a respectiva estrutura de capital no período de 2008-2012. A temática relativa à estrutura de capital tem sido bastante debatida no mundo das finanças, sendo que existem diversas perspetivas quanto aos seus determinantes. No entanto, o papel do comportamento e das características do gestor neste domínio não tem sido ainda suficientemente investigado. Neste estudo, com base em investigações anteriormente realizadas, constrói-se uma medida para o excesso de confiança e otimismo do gestor com base na análise de notícias publicadas. Deste modo, esta medida baseia-se na percepção que os outsiders têm dos gestores e, a este nível, em termos nacionais, apresenta alguma inovação. Os resultados obtidos sugerem que as características dos gestores não determinam diretamente o nível de endividamento, mas podem exercer alguma influência sobre o efeito dos determinantes da estrutura de capital, alterando a relação entre estes. |
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