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Arte xávega, alterações climáticas e a comunidade piscatória de Espinho

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho utiliza o documentário científico na comunicação das questões ambientais e valorização das comunidades piscatórias tradicionais (pesca artesanal e de subsistência). O documentário “Arte Xávega e a Ecologia dos Saberes” centra-se nas questões da Arte Xávega e nos desafios que estas comunidades piscatórias enfrentam (alterações climáticas, poluição marinha, destruição de habitats marinhos e costeiros e exploração não sustentável dos biorrecursos, nomeadamente pesqueiros), centrando-se na Comunidade de Espinho (Norte de Portugal). A realização do documentário “Arte Xávega e a Ecologia dos Saberes” é concetualizado e desenvolvido com base num trabalho e metodologia de investigação qualitativa (observação não participante e entrevistas semiestruturadas), valorizando os conhecimentos tradicionais e locais e assumindo uma dimensão etnobiológica e etnoecológica.
Autores principais:Ferreira, Pedro Miguel da Silva
Assunto:Arte Xávega Conhecimento Ecológico Local Ecologia de Saberes Etnobiologia Pescas Pesca Artesanal Alterações Globais Espinho
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Aveiro
Idioma:português
Origem:RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro
Descrição
Resumo:Este trabalho utiliza o documentário científico na comunicação das questões ambientais e valorização das comunidades piscatórias tradicionais (pesca artesanal e de subsistência). O documentário “Arte Xávega e a Ecologia dos Saberes” centra-se nas questões da Arte Xávega e nos desafios que estas comunidades piscatórias enfrentam (alterações climáticas, poluição marinha, destruição de habitats marinhos e costeiros e exploração não sustentável dos biorrecursos, nomeadamente pesqueiros), centrando-se na Comunidade de Espinho (Norte de Portugal). A realização do documentário “Arte Xávega e a Ecologia dos Saberes” é concetualizado e desenvolvido com base num trabalho e metodologia de investigação qualitativa (observação não participante e entrevistas semiestruturadas), valorizando os conhecimentos tradicionais e locais e assumindo uma dimensão etnobiológica e etnoecológica.