Publicação
Instrumentos de gestão da rede e política educativa: referencial de boas práticas
| Resumo: | O Planeamento Estratégico assume-se como um processo com grande potencial para responder aos desafios Demográficos e Socioeconómicos que têm emergido ao longo do tempo. As baixas taxas de natalidade, e a fragilidade económica foram alguns dos fatores que levaram a atividade de planeamento a repensar em novas estratégias capazes de responder às necessidades atuais e futuras da população, nomeadamente na área da Educação. O processo de descentralização que se traduz na transferência de atribuições e competências do Estado central para o poder local, principalmente em matéria educativa, conferiu uma maior eficiência e eficácia ao nível da gestão dos recursos e na prestação de serviços públicos pelas autarquias. Assim, as entidades locais passaram a deter uma maior autonomia para dar resposta aos desafios territoriais e necessidades da comunidade educativa local no curto e longo prazo, através do desenvolvimento de instrumentos como as Cartas Educativas e Projetos Educativos Locais/Planos Estratégicos Educativos Municipais. Através da análise e comparação das Cartas Educativas e dos Planos Estratégicos Educativos Municipais elaborados pelos Concelhos A e B, concluiu-se que para a definição da política educativa local de forma estratégica, prospetiva e colaborativa, é fundamental incorporar quatro componentes: o i) Diagnóstico Estratégico e Prospetivo, o ii) Processo de Auscultação, a iii) Construção Estratégica e a iv) Monitorização. O referencial teórico proposto nesta dissertação procurou demonstrar como se articulam as diferentes componentes que constituem os instrumentos de gestão e planeamento da rede e política educativa, contribuindo para a orientação das equipas e municípios no âmbito da construção das políticas educativas locais, capazes de responder estrategicamente aos desafios territoriais e necessidades da comunidade educativa local, hoje e no futuro. |
|---|---|
| Autores principais: | Santos, Susana Costa |
| Assunto: | Planeamento regional e urbano Planeamento estratégico Política educativa - Autarquias Descentralização |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Aveiro |
| Idioma: | português |
| Origem: | RIA - Repositório Institucional da Universidade de Aveiro |
| Resumo: | O Planeamento Estratégico assume-se como um processo com grande potencial para responder aos desafios Demográficos e Socioeconómicos que têm emergido ao longo do tempo. As baixas taxas de natalidade, e a fragilidade económica foram alguns dos fatores que levaram a atividade de planeamento a repensar em novas estratégias capazes de responder às necessidades atuais e futuras da população, nomeadamente na área da Educação. O processo de descentralização que se traduz na transferência de atribuições e competências do Estado central para o poder local, principalmente em matéria educativa, conferiu uma maior eficiência e eficácia ao nível da gestão dos recursos e na prestação de serviços públicos pelas autarquias. Assim, as entidades locais passaram a deter uma maior autonomia para dar resposta aos desafios territoriais e necessidades da comunidade educativa local no curto e longo prazo, através do desenvolvimento de instrumentos como as Cartas Educativas e Projetos Educativos Locais/Planos Estratégicos Educativos Municipais. Através da análise e comparação das Cartas Educativas e dos Planos Estratégicos Educativos Municipais elaborados pelos Concelhos A e B, concluiu-se que para a definição da política educativa local de forma estratégica, prospetiva e colaborativa, é fundamental incorporar quatro componentes: o i) Diagnóstico Estratégico e Prospetivo, o ii) Processo de Auscultação, a iii) Construção Estratégica e a iv) Monitorização. O referencial teórico proposto nesta dissertação procurou demonstrar como se articulam as diferentes componentes que constituem os instrumentos de gestão e planeamento da rede e política educativa, contribuindo para a orientação das equipas e municípios no âmbito da construção das políticas educativas locais, capazes de responder estrategicamente aos desafios territoriais e necessidades da comunidade educativa local, hoje e no futuro. |
|---|