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Infeção por Clostridioides difficile em Portugal, 2017

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulga os relatórios anuais da vigilância epidemiológica da infeção causada por Clostridioides difficile (ICD) referentes aos anos 2016, 2017 e 2018, elaborados pelo Laboratório Nacional de Referência das Infeções Gastrintestinais do seu Departamento de Doenças Infeciosas (DDI), em colaboração com o Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Infeções e das Resistências aos Antimicrobianos (PPCIRA). A vigilância epidemiológica da ICD insere-se no PPCIRA, coordenado pela Direção-Geral da Saúde, cujos dados, notificados pelos laboratórios clínicos ao abrigo da norma 004/2013, atualizada em novembro de 2015, são analisados pelo Laboratório Nacional de Referência para as Infeções Gastrintestinais do INSA. Da análise dos dados, destacam-se os seguintes resultados: i) O número de doentes com ICD em Portugal mostra uma tendência crescente, embora pouco acentuada, com 1021 casos em 2016, 1104 casos em 2017 e 1117 em 2018, observando-se o maior aumento na região de Lisboa e vale do Tejo. VT (378 no ano 2016, 372 no ano 2017 e 482 no ano 2018); ii) A taxa de positividade média aumentou de 6,6% em 2016 para 8,3% em 2018; iii) A média de hospitais que notificam dados de ICD é inferior a 65%; iv) Cerca de 30% dos laboratórios clínicos utilizam algoritmos de diagnóstico laboratorial que carecem de melhoria.
Autores principais:Sáez López, Emma
Outros Autores:Oleastro, Mónica
Assunto:Clostridioides difficile Vigilância Epidemiológica Infecções Gastrointestinais Portugal
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:relatório
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Nacional de Saúde
Descrição
Resumo:O Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) divulga os relatórios anuais da vigilância epidemiológica da infeção causada por Clostridioides difficile (ICD) referentes aos anos 2016, 2017 e 2018, elaborados pelo Laboratório Nacional de Referência das Infeções Gastrintestinais do seu Departamento de Doenças Infeciosas (DDI), em colaboração com o Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Infeções e das Resistências aos Antimicrobianos (PPCIRA). A vigilância epidemiológica da ICD insere-se no PPCIRA, coordenado pela Direção-Geral da Saúde, cujos dados, notificados pelos laboratórios clínicos ao abrigo da norma 004/2013, atualizada em novembro de 2015, são analisados pelo Laboratório Nacional de Referência para as Infeções Gastrintestinais do INSA. Da análise dos dados, destacam-se os seguintes resultados: i) O número de doentes com ICD em Portugal mostra uma tendência crescente, embora pouco acentuada, com 1021 casos em 2016, 1104 casos em 2017 e 1117 em 2018, observando-se o maior aumento na região de Lisboa e vale do Tejo. VT (378 no ano 2016, 372 no ano 2017 e 482 no ano 2018); ii) A taxa de positividade média aumentou de 6,6% em 2016 para 8,3% em 2018; iii) A média de hospitais que notificam dados de ICD é inferior a 65%; iv) Cerca de 30% dos laboratórios clínicos utilizam algoritmos de diagnóstico laboratorial que carecem de melhoria.