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Inclusão de alunos com perturbação do espetro do autismo nas escolas do ensino regular e os conhecimentos dos professores e técnicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação pretendeu saber se os professores e técnicos que apoiam alunos com Perturbações do Espetro do Autismo (PEA), têm formação específica para apoiarem estes alunos num modelo de escola inclusiva, ou se o seu conhecimento “é feito da experiência”. De natureza qualitativa, este estudo foi desenvolvido com profissionais que integram a comunidade educativa de um Agrupamento de Escolas Públicas, de acordo com a metodologia de estudo de caso, utilizando como técnicas de recolha de dados a entrevista, a observação naturalista e a análise documental. Da discussão dos dados concluiu-se que a grande maioria dos profissionais aquando do início da intervenção com PEA não tinham formação específica para tal, situando-se as suas necessidades de formação essencialmente em estratégias de intervenção com este tipo de alunos.
Autores principais:Acabado, Luís Salvador Martins Fialho
Assunto:Perturbações do espetro do autismo Inclusão Formação de professores e técnicos
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Beja
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional do IPBeja
Descrição
Resumo:A presente investigação pretendeu saber se os professores e técnicos que apoiam alunos com Perturbações do Espetro do Autismo (PEA), têm formação específica para apoiarem estes alunos num modelo de escola inclusiva, ou se o seu conhecimento “é feito da experiência”. De natureza qualitativa, este estudo foi desenvolvido com profissionais que integram a comunidade educativa de um Agrupamento de Escolas Públicas, de acordo com a metodologia de estudo de caso, utilizando como técnicas de recolha de dados a entrevista, a observação naturalista e a análise documental. Da discussão dos dados concluiu-se que a grande maioria dos profissionais aquando do início da intervenção com PEA não tinham formação específica para tal, situando-se as suas necessidades de formação essencialmente em estratégias de intervenção com este tipo de alunos.