Publicação
Estrutura de capital das grandes empresas portuguesas
| Resumo: | O estudo analisa a estrutura de capital (EC) das grandes empresas portuguesas, comparando os anos de 2018 e 2023. O principal objetivo consiste em compreender a evolução recente da EC nas grandes empresas e avaliar se a pandemia da COVID-19 e os conflitos armados mais recentes influenciaram as decisões de financiamento, sobretudo nas organizações com atividade internacional. A investigação adota numa abordagem quantitativa, recorrendo a dados da base SABI (Sistema de Análise de Balanços Ibéricos) e à aplicação de modelos de regressão para identificar os fatores determinantes da EC. Os resultados demonstram que a rentabilidade está associada a um menor recurso à dívida, enquanto a liquidez tende a aumentar o endividamento. A tangibilidade dos ativos apresenta uma relação negativa com a dívida, e a dimensão revela, em geral, um efeito negativo, exceto no endividamento de médio e longo prazo (MLP), onde o efeito é positivo. Estes resultados vieram confirmar parcialmente as teorias Trade-Off e Pecking Order. Para avaliar a estabilidade dos coeficientes de regressão ao longo do tempo e compreender se ocorreram diferenças entre 2018 e 2023, foram realizados testes estatísticos que revelaram que de uma maneira geral, não existiram diferenças com significado estatístico ao nível do endividamento. Estes resultados contribuem para a literatura sobre gestão financeira, oferecendo contributos relevantes para a compreensão da forma como as grandes empresas ajustam a sua EC em contextos de crise. |
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| Autores principais: | Rodrigues, Débora Alexandra Jacinto |
| Assunto: | Estrutura de capital Grandes empresas Endividamento |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Beja |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional do IPBeja |
| Resumo: | O estudo analisa a estrutura de capital (EC) das grandes empresas portuguesas, comparando os anos de 2018 e 2023. O principal objetivo consiste em compreender a evolução recente da EC nas grandes empresas e avaliar se a pandemia da COVID-19 e os conflitos armados mais recentes influenciaram as decisões de financiamento, sobretudo nas organizações com atividade internacional. A investigação adota numa abordagem quantitativa, recorrendo a dados da base SABI (Sistema de Análise de Balanços Ibéricos) e à aplicação de modelos de regressão para identificar os fatores determinantes da EC. Os resultados demonstram que a rentabilidade está associada a um menor recurso à dívida, enquanto a liquidez tende a aumentar o endividamento. A tangibilidade dos ativos apresenta uma relação negativa com a dívida, e a dimensão revela, em geral, um efeito negativo, exceto no endividamento de médio e longo prazo (MLP), onde o efeito é positivo. Estes resultados vieram confirmar parcialmente as teorias Trade-Off e Pecking Order. Para avaliar a estabilidade dos coeficientes de regressão ao longo do tempo e compreender se ocorreram diferenças entre 2018 e 2023, foram realizados testes estatísticos que revelaram que de uma maneira geral, não existiram diferenças com significado estatístico ao nível do endividamento. Estes resultados contribuem para a literatura sobre gestão financeira, oferecendo contributos relevantes para a compreensão da forma como as grandes empresas ajustam a sua EC em contextos de crise. |
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