Publicação
Valorização da biomassa lenhocelulósica: estudo de sacarificação enzimática do cardo e da esteva
| Resumo: | A Cynara cardunculus e o Cistus ladanifer, são duas espécies bem adaptadas às condições edafoclimáticas do Alentejo, e uma alternativa aos materiais fósseis no contexto de biorrefinaria, visto serem biomassas lenhocelulósicas. No presente trabalho desenvolveu-se um estudo com a finalidade de utilizar as duas biomassas e perceber como se comportam na sacarificação enzimática da celulose, que efeitos têm os prétratamentos na eficiência da mesma e que efeito tem o recipiente onde se realiza a hidrólise. Foi ainda elaborado um desenho experimental com o cardo, com o objetivo de otimizar a sacarificação enzimática quanto à quantidade de sólidos, e enzimas a usar. Os resultados mostram que o cardo é mais sacarificável que a esteva e que os prétratamentos aumentaram a acessibilidade das enzimas, para a fração celulósica relativamente ao material não tratado. Para ambas as biomassas o pré-tratamento mais eficaz foi a explosão de vapor lavado com NaOH, tendo-se produzido 27,8 e 20,9 g/L de glucose para o cardo e esteva, respetivamente. A sacarificação da biomassa nos tubos “falcon”, foi menor do que nos tubos centrífuga e Erlenmeyer, que não apresentaram diferenças significativas. O valor máximo previsto para o CHA 130 pelo desenho experimental é de 31,7±1,0 g/L para CS=8, FPU=44,6, CBU=51,9. |
|---|---|
| Autores principais: | Paulino, Ana |
| Assunto: | Biomassa lenhocelulósica Bioetanol Cynara cardunculus Cistus ladanifer Celulase Celobiase Explosão a vapor Hidrólise enzimática Hidrólise ácida deluída |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Beja |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional do IPBeja |
| Resumo: | A Cynara cardunculus e o Cistus ladanifer, são duas espécies bem adaptadas às condições edafoclimáticas do Alentejo, e uma alternativa aos materiais fósseis no contexto de biorrefinaria, visto serem biomassas lenhocelulósicas. No presente trabalho desenvolveu-se um estudo com a finalidade de utilizar as duas biomassas e perceber como se comportam na sacarificação enzimática da celulose, que efeitos têm os prétratamentos na eficiência da mesma e que efeito tem o recipiente onde se realiza a hidrólise. Foi ainda elaborado um desenho experimental com o cardo, com o objetivo de otimizar a sacarificação enzimática quanto à quantidade de sólidos, e enzimas a usar. Os resultados mostram que o cardo é mais sacarificável que a esteva e que os prétratamentos aumentaram a acessibilidade das enzimas, para a fração celulósica relativamente ao material não tratado. Para ambas as biomassas o pré-tratamento mais eficaz foi a explosão de vapor lavado com NaOH, tendo-se produzido 27,8 e 20,9 g/L de glucose para o cardo e esteva, respetivamente. A sacarificação da biomassa nos tubos “falcon”, foi menor do que nos tubos centrífuga e Erlenmeyer, que não apresentaram diferenças significativas. O valor máximo previsto para o CHA 130 pelo desenho experimental é de 31,7±1,0 g/L para CS=8, FPU=44,6, CBU=51,9. |
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