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Pelos trilhos da(s) lei(s) da procriação medicamente assistida: Descontrução e análise crítica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste texto propomo-nos realizar uma viagem desconstrutivista pela lei da procriação medicamente assistida, abordando quatro tópicos que acreditamos exigirem uma análise critica: (i) averiguar se a ciência não se pretende substituir ao Criador; (ii) analisar a dimensão ética e jurídica do dador heterólogo; (iii) examinar a querela da inseminação post mortem; (iv) dissecar o neoregime da maternidade de substituição. Neste texto [como em quase tudo o que assinamos] colocamos algumas questões sem estarmos obcecados com as respostas, assumindo o risco de pensar criticamente, num tempo em que tantos têm tantas certezas absolutas, cientes que a temática da procriação medicamente assistida obriga-nos a uma reflexão, ponderação e reponderação de princípios, interesses e valores que não se compadecem com maniqueísmos, nem com fundamentalismos.
Autores principais:Silva, Hugo
Assunto:Procriação medicamente assistida Consentimento
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Beja
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional do IPBeja
Descrição
Resumo:Neste texto propomo-nos realizar uma viagem desconstrutivista pela lei da procriação medicamente assistida, abordando quatro tópicos que acreditamos exigirem uma análise critica: (i) averiguar se a ciência não se pretende substituir ao Criador; (ii) analisar a dimensão ética e jurídica do dador heterólogo; (iii) examinar a querela da inseminação post mortem; (iv) dissecar o neoregime da maternidade de substituição. Neste texto [como em quase tudo o que assinamos] colocamos algumas questões sem estarmos obcecados com as respostas, assumindo o risco de pensar criticamente, num tempo em que tantos têm tantas certezas absolutas, cientes que a temática da procriação medicamente assistida obriga-nos a uma reflexão, ponderação e reponderação de princípios, interesses e valores que não se compadecem com maniqueísmos, nem com fundamentalismos.