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Representações e autoestima dos professores do 2º ciclo face a alunos com P.E.A.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Embora em Portugal as políticas educativas, defendam a inclusão como o caminho a seguir, ainda há muito a fazer na promoção do sucesso educativo de todos os alunos. A educação é um direito básico e cabe à escola proporcionar contextos que permitam a todos maximizar o seu potencial. Esta dissertação teve como objectivo averiguar quais são as Representações e Autoestima dos Professores do 2º ciclo Face a Alunos com Perturbação do Espectro do Autismo. Sendo esta investigação um estudo qualitativo, recorremos à entrevista aberta e à Escala de Autoestima de Rosenberg. Pela análise de dados, podemos verificar que a maioria dos docentes defende que estes alunos têm potencialidades e características específicas, organizam estratégias e actividades diferenciadas e concordam com a inclusão. Revelam que o trabalho com estes alunos “especiais” é enriquecedor e proporciona uma melhoria da autoestima o que é sentido de uma forma bastante gratificante pela maioria dos professores.
Autores principais:Rôla, Ana Paula Montezo
Assunto:Representação Autoestima Professores Sala de aula Perturbação do espectro do autismo
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Beja
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional do IPBeja
Descrição
Resumo:Embora em Portugal as políticas educativas, defendam a inclusão como o caminho a seguir, ainda há muito a fazer na promoção do sucesso educativo de todos os alunos. A educação é um direito básico e cabe à escola proporcionar contextos que permitam a todos maximizar o seu potencial. Esta dissertação teve como objectivo averiguar quais são as Representações e Autoestima dos Professores do 2º ciclo Face a Alunos com Perturbação do Espectro do Autismo. Sendo esta investigação um estudo qualitativo, recorremos à entrevista aberta e à Escala de Autoestima de Rosenberg. Pela análise de dados, podemos verificar que a maioria dos docentes defende que estes alunos têm potencialidades e características específicas, organizam estratégias e actividades diferenciadas e concordam com a inclusão. Revelam que o trabalho com estes alunos “especiais” é enriquecedor e proporciona uma melhoria da autoestima o que é sentido de uma forma bastante gratificante pela maioria dos professores.