Publicação
Riscos psicossociais e o stresse ocupacional no Ensino Superior Politécnico: O caso dos professores do Instituto Politécnico de Beja
| Resumo: | A presente dissertação aborda a problemática do stresse ocupacional que teve como objetivo geral estudar os sintomas e níveis de stresse nos docentes do ensino superior do Instituto Politécnico de Beja (IPBeja). Procurou-se ainda, e a nível específico, identificar os níveis, fontes e fatores geradores de stresse ocupacional na profissão de docente; analisar a diferença na variável de stresse ocupacional em função das caraterísticas sociodemográficas; averiguar de que forma as caraterísticas socioprofissionais têm impacto nas situações de stresse ocupacional; e definir medidas de prevenção de stresse. Nesta investigação e em termos teóricos, procurou-se analisar o tema dos riscos psicossociais; stresse e stresse ocupacional; fatores, sintomas, efeitos e prevenção do stresse; caraterização da atividade docente do ensino superior; estudos realizados com professores e a relação entre os riscos psicossociais e os docentes. A investigação empírica baseou-se numa abordagem quantitativa, tendo por base um questionário sociodemográfico, que permitiu-nos descrever os participantes do ponto de vista pessoal e profissional; e um questionário de Stresse nos Professores do Ensino Superior (QSPES, Gomes, 2010), desenvolvido e testado pelo grupo de investigação representado pelo professor Doutor António Rui Gomes da Escola de Psicologia da Universidade do Minho. O QSPES pretende avaliar o stresse que foi mostrado pelos principais domínios de tensão nos professores do ensino superior. O questionário foi aplicado a 259 professores das quatro escolas que constituem o IPBeja, durante o mês de maio e junho de 2019, obtendo-se uma amostra de 84 docentes, sendo que 61% (n=51) eram do género feminino e 39% (n=33) eram do género masculino. Os resultados obtidos alertaram para elevados níveis de stresse ocupacional em função do género sendo prevalecente entre os indivíduos do género feminino, sendo a razão deste mal-estar a conciliação entre o trabalho e a vida pessoal e familiar e as obrigações burocráticas e de caráter administrativo inerentes à atividade profissional. |
|---|---|
| Autores principais: | Vieira, Diana Maria Leal |
| Assunto: | Ensino Superior Politécnico Intervenção Professores Riscos psicossociais Stresse ocupacional |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Beja |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional do IPBeja |
| Resumo: | A presente dissertação aborda a problemática do stresse ocupacional que teve como objetivo geral estudar os sintomas e níveis de stresse nos docentes do ensino superior do Instituto Politécnico de Beja (IPBeja). Procurou-se ainda, e a nível específico, identificar os níveis, fontes e fatores geradores de stresse ocupacional na profissão de docente; analisar a diferença na variável de stresse ocupacional em função das caraterísticas sociodemográficas; averiguar de que forma as caraterísticas socioprofissionais têm impacto nas situações de stresse ocupacional; e definir medidas de prevenção de stresse. Nesta investigação e em termos teóricos, procurou-se analisar o tema dos riscos psicossociais; stresse e stresse ocupacional; fatores, sintomas, efeitos e prevenção do stresse; caraterização da atividade docente do ensino superior; estudos realizados com professores e a relação entre os riscos psicossociais e os docentes. A investigação empírica baseou-se numa abordagem quantitativa, tendo por base um questionário sociodemográfico, que permitiu-nos descrever os participantes do ponto de vista pessoal e profissional; e um questionário de Stresse nos Professores do Ensino Superior (QSPES, Gomes, 2010), desenvolvido e testado pelo grupo de investigação representado pelo professor Doutor António Rui Gomes da Escola de Psicologia da Universidade do Minho. O QSPES pretende avaliar o stresse que foi mostrado pelos principais domínios de tensão nos professores do ensino superior. O questionário foi aplicado a 259 professores das quatro escolas que constituem o IPBeja, durante o mês de maio e junho de 2019, obtendo-se uma amostra de 84 docentes, sendo que 61% (n=51) eram do género feminino e 39% (n=33) eram do género masculino. Os resultados obtidos alertaram para elevados níveis de stresse ocupacional em função do género sendo prevalecente entre os indivíduos do género feminino, sendo a razão deste mal-estar a conciliação entre o trabalho e a vida pessoal e familiar e as obrigações burocráticas e de caráter administrativo inerentes à atividade profissional. |
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