Publicação
Bem-estar e qualidade de vida em idosos institucionalizados com demência- contributos da animação sociocultural
| Resumo: | Atualmente, a rápida transição demográfica caracterizada pelo aumento progressivo e acentuado da população tem provocado propensões pesadas com implicações estruturantes, com importantes repercussões sociais, económicas e culturais. Esta evolução demográfica caracteriza-se por um gradual aumento dos grupos etários seniores e uma redução da população jovem. O envelhecimento é reconhecido como um problema para a maioria das pessoas. Envelhecer não significa necessariamente adoecer, é notório que certas doenças sejam mais frequentes em idosos. Estas doenças podem acarretar uma incapacidade parcial ou total do indivíduo idoso, gerando consequências para a família deste, e causando uma maior vulnerabilidade, reduzindo a qualidade de vida e o bem-estar da pessoa idosa. Esta investigação tem como principal objetivo, conhecer o contributo que a animação sociocultural tem para o bem-estar de idosos institucionalizados com demência. Desta forma, verificou-se se a influência que a dinamização de um conjunto diversificado de atividades de animação sociocultural que respeite os gostos pessoais dos participantes, tem para o seu bem-estar. Este estudo constitui-se numa investigação-ação, que conta com uma amostra de dez participantes a quem foram aplicados três instrumentos de avaliação para recolha de dados dos quais, Escala WHOQOL-BREF, Escala de Satisfação com a vida, Mini-Mental State Exam (MMSE). Concluímos que a Animação Sociocultural é uma modalidade de intervenção em todos os campos da vida dos idosos, sendo um estímulo permanente para as capacidades mental, física e afetiva. Atua como facilitadora do acesso a uma vida mais ativa e criativa, melhora as relações de comunicação com os outros, desenvolve a autonomia pessoal. Os resultados revelam que os idosos que a maioria dos participantes se encontra no nível de satisfação com a vida “pouco satisfeito”, relativamente a qualidade de vida a maioria diz que “Nem Boa/Nem má”. |
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| Autores principais: | Belga, Rute Isabel Vinagre |
| Assunto: | Idosos Envelhecimento Bem-estar Demência Animação sociocultural |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Beja |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional do IPBeja |
| Resumo: | Atualmente, a rápida transição demográfica caracterizada pelo aumento progressivo e acentuado da população tem provocado propensões pesadas com implicações estruturantes, com importantes repercussões sociais, económicas e culturais. Esta evolução demográfica caracteriza-se por um gradual aumento dos grupos etários seniores e uma redução da população jovem. O envelhecimento é reconhecido como um problema para a maioria das pessoas. Envelhecer não significa necessariamente adoecer, é notório que certas doenças sejam mais frequentes em idosos. Estas doenças podem acarretar uma incapacidade parcial ou total do indivíduo idoso, gerando consequências para a família deste, e causando uma maior vulnerabilidade, reduzindo a qualidade de vida e o bem-estar da pessoa idosa. Esta investigação tem como principal objetivo, conhecer o contributo que a animação sociocultural tem para o bem-estar de idosos institucionalizados com demência. Desta forma, verificou-se se a influência que a dinamização de um conjunto diversificado de atividades de animação sociocultural que respeite os gostos pessoais dos participantes, tem para o seu bem-estar. Este estudo constitui-se numa investigação-ação, que conta com uma amostra de dez participantes a quem foram aplicados três instrumentos de avaliação para recolha de dados dos quais, Escala WHOQOL-BREF, Escala de Satisfação com a vida, Mini-Mental State Exam (MMSE). Concluímos que a Animação Sociocultural é uma modalidade de intervenção em todos os campos da vida dos idosos, sendo um estímulo permanente para as capacidades mental, física e afetiva. Atua como facilitadora do acesso a uma vida mais ativa e criativa, melhora as relações de comunicação com os outros, desenvolve a autonomia pessoal. Os resultados revelam que os idosos que a maioria dos participantes se encontra no nível de satisfação com a vida “pouco satisfeito”, relativamente a qualidade de vida a maioria diz que “Nem Boa/Nem má”. |
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