Publicação
Azeite virgem extra macerado com Tuber melanosporum, Boletus edulis e adição de partículas de ouro comestível
| Resumo: | O ensaio tem como principal objetivo o desenvolvimento de novos produtos em Portugal, a partir da criação de Azeites Virgem Extra aromatizados, macerados com Trufa Negra (Tuber melanosporum) e Cogumelos (Boletus edulis) e com posterior adição de partículas de ouro comestível. Serão testadas duas percentagens de produto (4% e 8%) e dois períodos de maceração (45 e 90 dias). Na segunda fase do ensaio serão adicionadas partículas de ouro comestível às amostras de azeite selecionadas e será testada a sua resistência oxidativa, através da exposição contínua à luz artificial, por um período de 30 dias, para avaliar a influência deste elemento metálico no tempo de prateleira destes produtos quando expostos nas superfícies comerciais. Após esta etapa caracterizar-se-ão quimicamente as diferentes amostras de azeite. Concluiu-se que a adição de partículas de ouro e a adição dos aromatizantes desidratados não acelerou a degradação dos azeites, tendo mesmo beneficiado os produtos pelo aumento do seu conteúdo em carotenos. |
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| Autores principais: | Mestre, Jacinto José Malveiro |
| Assunto: | Azeite virgem extra Tuber melanosporum Boletus edulis Ouro comestível Caracterização química |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Beja |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional do IPBeja |
| Resumo: | O ensaio tem como principal objetivo o desenvolvimento de novos produtos em Portugal, a partir da criação de Azeites Virgem Extra aromatizados, macerados com Trufa Negra (Tuber melanosporum) e Cogumelos (Boletus edulis) e com posterior adição de partículas de ouro comestível. Serão testadas duas percentagens de produto (4% e 8%) e dois períodos de maceração (45 e 90 dias). Na segunda fase do ensaio serão adicionadas partículas de ouro comestível às amostras de azeite selecionadas e será testada a sua resistência oxidativa, através da exposição contínua à luz artificial, por um período de 30 dias, para avaliar a influência deste elemento metálico no tempo de prateleira destes produtos quando expostos nas superfícies comerciais. Após esta etapa caracterizar-se-ão quimicamente as diferentes amostras de azeite. Concluiu-se que a adição de partículas de ouro e a adição dos aromatizantes desidratados não acelerou a degradação dos azeites, tendo mesmo beneficiado os produtos pelo aumento do seu conteúdo em carotenos. |
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