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Impactos da pandemia covid 19 nas ajudantes de ação direta das estruturas residenciais para pessoas idosas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação tem como objeto de estudo as AAD - Ajudantes de Ação Direta a desenvolver a sua atividade nas ERPIs - Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas, objetivando sinalizar os impactos, pessoais e profissionais, que a pandemia COVID 19 determinou na referida categoria profissional. A componente empírica da investigação, centrou-se na recolha de dados através da técnica da entrevista semiestruturada, junto de dois grupos de AAD, que na fase aguda dadoença exerciam a sua atividade em duas ERPIs do Distrito de Beja. Com este estudo foi possível retirar algumas conclusões relativamente à vida pessoale profissional das AAD na sua relação com a referida doença, como por exemplo deixarem de frequentar a casa dos pais; alterações nas rotinas pessoais devido ao elevado número de horas seguidas de trabalho; criação de novos hábitos como a desinfeção pessoal e de artigos após permanência em espaços exteriores, e ainda alterações diversasa nível do comportamento relacional com utentes, colegas e familiares. A investigação permitiu ainda registar ainda sinais de possíveis alterações a nível psicológico na vida destas profissionais, determinadas por situações como por exemplo não puderem acompanhar os últimos momentos de vida dos pais, vivendo quase em exclusivo em função das pessoas que tinham de cuidar.
Autores principais:Reis, Rita Isabel Roque
Assunto:Ajudante de ação direta ERPI Pandemia COVID 19 Serviço social
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Beja
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional do IPBeja
Descrição
Resumo:A presente investigação tem como objeto de estudo as AAD - Ajudantes de Ação Direta a desenvolver a sua atividade nas ERPIs - Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas, objetivando sinalizar os impactos, pessoais e profissionais, que a pandemia COVID 19 determinou na referida categoria profissional. A componente empírica da investigação, centrou-se na recolha de dados através da técnica da entrevista semiestruturada, junto de dois grupos de AAD, que na fase aguda dadoença exerciam a sua atividade em duas ERPIs do Distrito de Beja. Com este estudo foi possível retirar algumas conclusões relativamente à vida pessoale profissional das AAD na sua relação com a referida doença, como por exemplo deixarem de frequentar a casa dos pais; alterações nas rotinas pessoais devido ao elevado número de horas seguidas de trabalho; criação de novos hábitos como a desinfeção pessoal e de artigos após permanência em espaços exteriores, e ainda alterações diversasa nível do comportamento relacional com utentes, colegas e familiares. A investigação permitiu ainda registar ainda sinais de possíveis alterações a nível psicológico na vida destas profissionais, determinadas por situações como por exemplo não puderem acompanhar os últimos momentos de vida dos pais, vivendo quase em exclusivo em função das pessoas que tinham de cuidar.