Publicação
Perspetiva sobre o uso da biblioteca digital b-on pelos docentes do ensino superior - o caso do Instituto Politécnico de Castelo Branco
| Resumo: | Este trabalho de investigação pretende mostrar a visão dos docentes/investigadores do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) sobre a biblioteca digital b-on, designadamente se conhecem, utilizam, como acedem e com que frequência, como a classificam quanto ao conteúdo e qual o grau de complexidade que lhe imputam. A sua realização fundamenta-se na necessidade de compreender a razão pela qual os níveis de utilização da b-on no IPCB são baixos e, em sequência, desenvolver estratégias que ajudem a melhorá-los. Para realizar o estudo foi distribuído um inquérito por questionário a todos os docentes/investigadores (n=288) do IPCB tendo-se obtido uma amostra de 33,7%. Os docentes/investigadores foram agrupados segundo as áreas científicas da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), considerando a área de investigação. Os dados foram tratados com o programa SPSS. Determinaram-se percentagens e, em alguns casos, calcularam-se média e desvio padrão. 94,0% dos respondentes conhecem a b-on, embora apenas 82,9% indique utilizá-la. Em regra, os docentes/investigadores classificam-na com valores superiores a 3,5, numa escala de 1 a 5 e, maioritariamente, indicam os artigos científicos como a tipologia de documentos que mais utiliza. A b-on é a segunda ferramenta mais utilizada para localizar documentos científicos, e é a mais utilizada para descarregar documentos científicos. 89,6% referiram mais formação para utilizar bem o recurso e 57,0% indicaram que a formação deve ser obrigatória. Conclui-se que a maioria dos docentes conhece e utiliza a b-on, mas a frequência de utilização é baixa. Verifica-se também que os docentes que não utilizam ou que utilizam menos são da área Científica das Ciências Sociais e das Humanidades incluindo as Artes (CSHiA) o que pode estar relacionado com a disponibilidade de conteúdos. Constata-se ainda que a b-on é uma ferramenta dotada de complexidade na medida em que a maioria dos docentes/investigadores consideram a necessidade de formação para bem a utilizar e que deve ser o bibliotecário a ministrá-la. |
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| Autores principais: | Rodrigues, M.E.P. |
| Outros Autores: | Pulgarín Guerrero, Antonio; Pérez Pulido, Margarita |
| Assunto: | b-on Bibliotecas do ensino superior Biblioteca digital Estudo de utilizador Digital library University libraries User study |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Resumo: | Este trabalho de investigação pretende mostrar a visão dos docentes/investigadores do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) sobre a biblioteca digital b-on, designadamente se conhecem, utilizam, como acedem e com que frequência, como a classificam quanto ao conteúdo e qual o grau de complexidade que lhe imputam. A sua realização fundamenta-se na necessidade de compreender a razão pela qual os níveis de utilização da b-on no IPCB são baixos e, em sequência, desenvolver estratégias que ajudem a melhorá-los. Para realizar o estudo foi distribuído um inquérito por questionário a todos os docentes/investigadores (n=288) do IPCB tendo-se obtido uma amostra de 33,7%. Os docentes/investigadores foram agrupados segundo as áreas científicas da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), considerando a área de investigação. Os dados foram tratados com o programa SPSS. Determinaram-se percentagens e, em alguns casos, calcularam-se média e desvio padrão. 94,0% dos respondentes conhecem a b-on, embora apenas 82,9% indique utilizá-la. Em regra, os docentes/investigadores classificam-na com valores superiores a 3,5, numa escala de 1 a 5 e, maioritariamente, indicam os artigos científicos como a tipologia de documentos que mais utiliza. A b-on é a segunda ferramenta mais utilizada para localizar documentos científicos, e é a mais utilizada para descarregar documentos científicos. 89,6% referiram mais formação para utilizar bem o recurso e 57,0% indicaram que a formação deve ser obrigatória. Conclui-se que a maioria dos docentes conhece e utiliza a b-on, mas a frequência de utilização é baixa. Verifica-se também que os docentes que não utilizam ou que utilizam menos são da área Científica das Ciências Sociais e das Humanidades incluindo as Artes (CSHiA) o que pode estar relacionado com a disponibilidade de conteúdos. Constata-se ainda que a b-on é uma ferramenta dotada de complexidade na medida em que a maioria dos docentes/investigadores consideram a necessidade de formação para bem a utilizar e que deve ser o bibliotecário a ministrá-la. |
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