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Estudo da relação entre a atividade física o comportamento sedentário e a sintomatologia depressiva numa população idosa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objetivo deste estudo é analisar a relação entre a atividade física, o comportamento sedentário e a sintomatologia depressiva numa população idosa portuguesa, residente no meio rural. Nesta investigação participaram 54 indivíduos de ambos os géneros, com uma faixa etária igual ou superior a 60 anos. Os indivíduos foram divididos em dois grupos. Um grupo (n = 20) que se dedicava tanto à atividade física diária como a um programa semanal de exercício físico estruturado. O outro grupo (n =34) participava exclusivamente em atividades físicas diárias e não participava num programa de exercício estruturado. A atividade física e o comportamento sedentário foram medidos pelo Questionário Internacional de Atividade Física. A sintomatologia depressiva foi avaliada pela Escala de Depressão Geriátrica. Os resultados mostraram uma correlação positiva entre a quantidade semanal de comportamento sedentário e a sintomatologia depressiva no grupo que não participava num programa de exercício físico estruturado. Contudo, não se verificaram diferenças estatisticamente significativas entre o tempo semanal de atividade física e os sintomas depressivos nos dois grupos. As implicações destes resultados foram discutidas tendo por base a prevenção da sintomatologia depressiva em idosos residentes no meio rural.
Autores principais:Fonseca, Renato Manuel Martins
Assunto:Depressão Comportamento sedentário Atividade física Sintomatologia depressiva Exercício físico Depression Sedentary behavior Physical activity Depressive symptomatology Physical exercise
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:O objetivo deste estudo é analisar a relação entre a atividade física, o comportamento sedentário e a sintomatologia depressiva numa população idosa portuguesa, residente no meio rural. Nesta investigação participaram 54 indivíduos de ambos os géneros, com uma faixa etária igual ou superior a 60 anos. Os indivíduos foram divididos em dois grupos. Um grupo (n = 20) que se dedicava tanto à atividade física diária como a um programa semanal de exercício físico estruturado. O outro grupo (n =34) participava exclusivamente em atividades físicas diárias e não participava num programa de exercício estruturado. A atividade física e o comportamento sedentário foram medidos pelo Questionário Internacional de Atividade Física. A sintomatologia depressiva foi avaliada pela Escala de Depressão Geriátrica. Os resultados mostraram uma correlação positiva entre a quantidade semanal de comportamento sedentário e a sintomatologia depressiva no grupo que não participava num programa de exercício físico estruturado. Contudo, não se verificaram diferenças estatisticamente significativas entre o tempo semanal de atividade física e os sintomas depressivos nos dois grupos. As implicações destes resultados foram discutidas tendo por base a prevenção da sintomatologia depressiva em idosos residentes no meio rural.