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Unidades de Apoio à Multideficiência : um estudo de caso

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Ao longo da História, as crianças com deficiências foram tratadas de formas diferentes. Questões sociais, médicas e religiosas, entre outras, conduziram ao conceito de inclusão, defendido em Portugal. Este conceito assenta em ideias e documentos legais nacionais e internacionais. Neste contexto, surgiram, através da publicação do Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro, cinco “Modalidades especificas de educação”, entre as quais “Unidades de apoio à multideficiência e surdocegueira congénita” (Artigo 26.º). No presente trabalho pretende-se obter e analisar dados relativos a uma população alvo muito específica dentro das Necessidades Educativas Especiais, crianças com multideficiência. O trabalho poderá contribuir para corrigir ou potenciar algumas situações no respeitante a alunos com multideficiência em atividades curriculares. A componente empírica deste trabalho permite concluir que as UAM são consideradas importantes pelos docentes dos alunos que as frequentam e que estes passam uma parte considerável do seu horário lectivo a desenvolver atividades na UAM. Este estudo permite-nos concluir que foi verificada uma mudança de atitude de docentes e alunos das turmas que incluem alunos da UAM perante a multideficiência. As UAM são consideradas importantes pelos docentes inquiridos e não como uma forma de exclusão dos alunos.
Autores principais:Antunes, Carla Sónia Valente
Assunto:Necessidades Educativas Especiais (NEE) Inclusão Multideficiência Unidades de apoio à multideficiência e surdocegueira congénita (UAM)
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:Ao longo da História, as crianças com deficiências foram tratadas de formas diferentes. Questões sociais, médicas e religiosas, entre outras, conduziram ao conceito de inclusão, defendido em Portugal. Este conceito assenta em ideias e documentos legais nacionais e internacionais. Neste contexto, surgiram, através da publicação do Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro, cinco “Modalidades especificas de educação”, entre as quais “Unidades de apoio à multideficiência e surdocegueira congénita” (Artigo 26.º). No presente trabalho pretende-se obter e analisar dados relativos a uma população alvo muito específica dentro das Necessidades Educativas Especiais, crianças com multideficiência. O trabalho poderá contribuir para corrigir ou potenciar algumas situações no respeitante a alunos com multideficiência em atividades curriculares. A componente empírica deste trabalho permite concluir que as UAM são consideradas importantes pelos docentes dos alunos que as frequentam e que estes passam uma parte considerável do seu horário lectivo a desenvolver atividades na UAM. Este estudo permite-nos concluir que foi verificada uma mudança de atitude de docentes e alunos das turmas que incluem alunos da UAM perante a multideficiência. As UAM são consideradas importantes pelos docentes inquiridos e não como uma forma de exclusão dos alunos.