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Varibilidade genética da resistência ao frio dos microtúbulos corticais em diferentes variedades e populações de Secale cereale L.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste trabalho procurou-se avaliar a resistência ao frio dos microtúbulos corticais em diferentes variedades e populações de centeio (Secale cereale L.). Para tal as sementes de duas variedades oriundas da Alemanha, uma oriunda da Polónia e duas populações regionais de Portugal foram incubadas a 20ºC, 8ºC (1h, 4h e 24h) e 4ºC (1 h, 4h, 24h) e pela técnica de imunofluorescência foi visualizado o padrão de microtúbulos corticais. Verificou-se homogeneidade de comportamento intervarietal nas modalidades de 20ºC e 8ºC e 4ºC (1 h e 4h), mas na modalidade de 4ºC-24h o comportamento entre as variedades e/ou populações diferia significativamente entre si. A comparação do padrão de microtúbulos corticais e o comportamento morfológico em termos de crescimento radicular revelou existir correlação entre os dois parâmetros. Variedades com baixo crescimento radicular a 4ºC não apresentavam microtúbulos resistentes ao frio no final de 24h a 4°C, enquanto as populações e variedades que apresentavam maior crescimento radicular a baixas temperaturas ou curvas de crescimento radicular semelhantes a 8ºC e 4°C apresentavam microtúbulos resistentes ao frio no final de 24h a 4ºC.
Autores principais:Simões, M.P.
Assunto:Microtúbulos corticais Resistência ao frio Secale cereale Crescimento radicular Imunofluorescência
Ano:1995
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:Neste trabalho procurou-se avaliar a resistência ao frio dos microtúbulos corticais em diferentes variedades e populações de centeio (Secale cereale L.). Para tal as sementes de duas variedades oriundas da Alemanha, uma oriunda da Polónia e duas populações regionais de Portugal foram incubadas a 20ºC, 8ºC (1h, 4h e 24h) e 4ºC (1 h, 4h, 24h) e pela técnica de imunofluorescência foi visualizado o padrão de microtúbulos corticais. Verificou-se homogeneidade de comportamento intervarietal nas modalidades de 20ºC e 8ºC e 4ºC (1 h e 4h), mas na modalidade de 4ºC-24h o comportamento entre as variedades e/ou populações diferia significativamente entre si. A comparação do padrão de microtúbulos corticais e o comportamento morfológico em termos de crescimento radicular revelou existir correlação entre os dois parâmetros. Variedades com baixo crescimento radicular a 4ºC não apresentavam microtúbulos resistentes ao frio no final de 24h a 4°C, enquanto as populações e variedades que apresentavam maior crescimento radicular a baixas temperaturas ou curvas de crescimento radicular semelhantes a 8ºC e 4°C apresentavam microtúbulos resistentes ao frio no final de 24h a 4ºC.