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Hipoterapia na perturbação do espetro do autismo: efeito de um programa de intervenção - estudo de caso

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O estudo incidiu na avaliação do perfil psicomotor e posterior a um indivíduo de 20 anos, do género masculino, com Perturbação do Espetro do Autismo (PEA). O instrumento utilizado foi a Bateria Psicomotora (BPM) para identificar o perfil psicomotor do indivíduo e que nos permitiu a determinação dos fatores psicomotores mais fracos. Posteriormente realizaram-se 12 sessões de hipoterapia, com incidência nos fatores psicomotores que se apresentaram mais fracos. Após a intervenção programada, procedeu-se a uma nova avaliação do indivíduo, o que nos permitiu interpretar a evolução do perfil psicomotor. Em traços conclusivos, o indivíduo na avaliação inicial apresentou um perfil psicomotor dispráxico (satisfatório) e após a implementação das sessões de hipoterapia, verificou-se evolução para um perfil psicomotor eupráxico (normal), o que nos sugere mais um contributo deste tipo de metodologia de intervenção em coletivos com PEA ou mesmo com distúrbios emocionais e comportamentais, contribuindo para a promoção da sua inclusão social.
Autores principais:Batista, Marco
Outros Autores:Mesquita, Helena; Honório, Samuel; Serrano, João; Pires, Pedro Rui Inês; Costa, Carolina Lopes da
Assunto:Hipoterapia Perturbação do Espetro do Autismo Bateria Psicomotora Perfil Psicomotor Intervenção Hipoterapêutica
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:O estudo incidiu na avaliação do perfil psicomotor e posterior a um indivíduo de 20 anos, do género masculino, com Perturbação do Espetro do Autismo (PEA). O instrumento utilizado foi a Bateria Psicomotora (BPM) para identificar o perfil psicomotor do indivíduo e que nos permitiu a determinação dos fatores psicomotores mais fracos. Posteriormente realizaram-se 12 sessões de hipoterapia, com incidência nos fatores psicomotores que se apresentaram mais fracos. Após a intervenção programada, procedeu-se a uma nova avaliação do indivíduo, o que nos permitiu interpretar a evolução do perfil psicomotor. Em traços conclusivos, o indivíduo na avaliação inicial apresentou um perfil psicomotor dispráxico (satisfatório) e após a implementação das sessões de hipoterapia, verificou-se evolução para um perfil psicomotor eupráxico (normal), o que nos sugere mais um contributo deste tipo de metodologia de intervenção em coletivos com PEA ou mesmo com distúrbios emocionais e comportamentais, contribuindo para a promoção da sua inclusão social.