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A abordagem não farmacológica da dispneia em cuidados paliativos

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Resumo:A elaboração deste relatório é uma parte constituinte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Cuidados Paliativos pela Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias do Instituto Politécnico de Castelo Branco. O presente Relatório divide-se em duas partes principais. Na primeira parte (Relatório de Prática Clínica) são descritos os objetivos e as atividades planeadas e desenvolvidas no âmbito da Prática Clínica realizada ao longo das 300 horas num Hospice sediado em Málaga, Andaluzia, Espanha. Numa segunda parte, compreende-se o Projeto de Investigação sob a forma de revisão sistemática da literatura do tema “Abordagem não farmacológica da dispneia em Cuidados Paliativos”. Em 2002, a Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu os Cuidados Paliativos como “uma abordagem que melhora a qualidade de vida dos doentes (adultos e crianças) e das suas famílias que enfrentam problemas associados a doenças que ameaçam a vida; previne e alivia o sofrimento através da identificação precoce, avaliação correta e tratamento da dor e outros problemas físicos, psicossociais ou espirituais.” Deste modo, a OMS estabeleceu que o acesso a este tipo de cuidados é reconhecido como um direito humano à saúde, conferindo um direito universal. A dispneia é um dos sintomas mais frequentes nos doentes crónicos, progressiva e incurável nos estadios mais avançados, sobretudo nas últimas semanas de vida. O tratamento deve centrar-se na eliminação e alívio deste sintoma. As estratégias não farmacológicas têm um papel fundamental no tratamento da dispneia. Estas medidas são benéficas como terapêuticas iniciais e coadjuvantes na tentativa de melhorar a qualidade de vida dos doentes. A abordagem da dispneia deve ser discutida com o doente e os cuidadores e o tratamento deve ser individualizado. Apesar destas técnicas serem promissoras, são necessários mais estudos para se comprovarem os seus benefícios.
Autores principais:Macedo, Sara Marisa Simões Costa Marques
Assunto:Cuidados paliativos Hospice Medicina paliativa Dispneia Doença crónica Palliative care Hospice Palliative medicine Dyspnoea Dyspnea Chronic disease
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:A elaboração deste relatório é uma parte constituinte dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Cuidados Paliativos pela Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias do Instituto Politécnico de Castelo Branco. O presente Relatório divide-se em duas partes principais. Na primeira parte (Relatório de Prática Clínica) são descritos os objetivos e as atividades planeadas e desenvolvidas no âmbito da Prática Clínica realizada ao longo das 300 horas num Hospice sediado em Málaga, Andaluzia, Espanha. Numa segunda parte, compreende-se o Projeto de Investigação sob a forma de revisão sistemática da literatura do tema “Abordagem não farmacológica da dispneia em Cuidados Paliativos”. Em 2002, a Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu os Cuidados Paliativos como “uma abordagem que melhora a qualidade de vida dos doentes (adultos e crianças) e das suas famílias que enfrentam problemas associados a doenças que ameaçam a vida; previne e alivia o sofrimento através da identificação precoce, avaliação correta e tratamento da dor e outros problemas físicos, psicossociais ou espirituais.” Deste modo, a OMS estabeleceu que o acesso a este tipo de cuidados é reconhecido como um direito humano à saúde, conferindo um direito universal. A dispneia é um dos sintomas mais frequentes nos doentes crónicos, progressiva e incurável nos estadios mais avançados, sobretudo nas últimas semanas de vida. O tratamento deve centrar-se na eliminação e alívio deste sintoma. As estratégias não farmacológicas têm um papel fundamental no tratamento da dispneia. Estas medidas são benéficas como terapêuticas iniciais e coadjuvantes na tentativa de melhorar a qualidade de vida dos doentes. A abordagem da dispneia deve ser discutida com o doente e os cuidadores e o tratamento deve ser individualizado. Apesar destas técnicas serem promissoras, são necessários mais estudos para se comprovarem os seus benefícios.