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Influência da tecnologia no desenvolvimento do pensamento algébrico : um estudo no 1º CEB

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este Relatório de Estágio foi elaborado no âmbito das Prática Supervisionadas (PES) em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, no âmbito do cumprimento dos requisitos para o desenvolvimento e conclusão do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico. O presente relatório está organizado em duas partes. Numa primeira parte apresenta-se as caracterizações dos contextos onde realizámos a PES, os princípios orientadores que nortearam a nossa ação, e o percurso de ensino e aprendizagem, juntamente com uma reflexão crítica sobre a prática de ensino desenvolvida. Consta ainda deste relatório a apresentação de uma investigação realizada durante a Prática Supervisionada no Ensino do 1º Ciclo, com alunos da turma de uma turma do 3º ano de escolaridade do Ensino Básico. Esta investigação teve como objetivo analisar se a tecnologia digital melhoria o número de casos de sucesso e as tomadas de decisão na resolução de tarefas matemáticas envolvendo padrões de repetição, comparativamente com tarefas resolvidas com recurso aos blocos padrão. Face às características e objetivos que estipulámos para este projeto, intitulámo-lo de “Influência da tecnologia no desenvolvimento do pensamento algébrico: Um estudo no 1º Ciclo do Ensino Básico”. Neste sentido, este estudo, de natureza comparativa, assentou numa abordagem mista (quantitativa e qualitativa) de tratamento dos dados. Nesta perspetiva, sobressai nesta investigação o paradigma naturalista, não descurando contudo a perspetiva positivista. Nesta investigação foram concebidas 3 etapas. Na 1ª Etapa todos os alunos resolveram 4 tarefas, com padrões de repetição numa ficha de trabalho. Após a correção através de uma adaptação da escala holística focada de Charles, Lester e O´Daffer (1987), cada resposta foi classificada entre 0 a 2 pontos. Com base nos resultados das fichas de trabalho, a turma foi dividida em 2 grupos homogéneos. Na 2ª Etapa do estudo, os alunos do grupo A (11 alunos) realizaram as mesmas tarefas através da aplicação informática, enquanto que os alunos do grupo B (12 alunos) resolveram as tarefas através do material manipulável (blocos padrão). Para a correção das tarefas do grupo A, foram analisados os printscreens aos ecrãs dos computadores. Quanto ao grupo B foram analisadas as fotografias às composições realizadas pelos alunos. Por fim, na 3ª Etapa foram propostas as mesmas tarefas, em que os alunos resolveram as questões somente através da ficha de trabalho. A análise dos dados permitiu apurar que não havia diferenças estatisticamente significativas entre os resultados dos alunos que trabalharam com a aplicação informática e os alunos que trabalharam com os materiais manipuláveis. Verificámos também que ambos os grupos da 1ª para a 3ª Etapa melhoraram significativamente o número de respostas certas, assim como o nível de tomada de decisão, não podendo concluir que a aplicação informática é melhor que os materiais manipuláveis, blocos padrão.
Autores principais:Santos, Nuno
Assunto:Pensamento algébrico Matemática TIC Material manipulável Blocos padrão Algebraic thinking Mathematics Information technology and communication Manipulable material Standard blocks
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:Este Relatório de Estágio foi elaborado no âmbito das Prática Supervisionadas (PES) em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, no âmbito do cumprimento dos requisitos para o desenvolvimento e conclusão do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico. O presente relatório está organizado em duas partes. Numa primeira parte apresenta-se as caracterizações dos contextos onde realizámos a PES, os princípios orientadores que nortearam a nossa ação, e o percurso de ensino e aprendizagem, juntamente com uma reflexão crítica sobre a prática de ensino desenvolvida. Consta ainda deste relatório a apresentação de uma investigação realizada durante a Prática Supervisionada no Ensino do 1º Ciclo, com alunos da turma de uma turma do 3º ano de escolaridade do Ensino Básico. Esta investigação teve como objetivo analisar se a tecnologia digital melhoria o número de casos de sucesso e as tomadas de decisão na resolução de tarefas matemáticas envolvendo padrões de repetição, comparativamente com tarefas resolvidas com recurso aos blocos padrão. Face às características e objetivos que estipulámos para este projeto, intitulámo-lo de “Influência da tecnologia no desenvolvimento do pensamento algébrico: Um estudo no 1º Ciclo do Ensino Básico”. Neste sentido, este estudo, de natureza comparativa, assentou numa abordagem mista (quantitativa e qualitativa) de tratamento dos dados. Nesta perspetiva, sobressai nesta investigação o paradigma naturalista, não descurando contudo a perspetiva positivista. Nesta investigação foram concebidas 3 etapas. Na 1ª Etapa todos os alunos resolveram 4 tarefas, com padrões de repetição numa ficha de trabalho. Após a correção através de uma adaptação da escala holística focada de Charles, Lester e O´Daffer (1987), cada resposta foi classificada entre 0 a 2 pontos. Com base nos resultados das fichas de trabalho, a turma foi dividida em 2 grupos homogéneos. Na 2ª Etapa do estudo, os alunos do grupo A (11 alunos) realizaram as mesmas tarefas através da aplicação informática, enquanto que os alunos do grupo B (12 alunos) resolveram as tarefas através do material manipulável (blocos padrão). Para a correção das tarefas do grupo A, foram analisados os printscreens aos ecrãs dos computadores. Quanto ao grupo B foram analisadas as fotografias às composições realizadas pelos alunos. Por fim, na 3ª Etapa foram propostas as mesmas tarefas, em que os alunos resolveram as questões somente através da ficha de trabalho. A análise dos dados permitiu apurar que não havia diferenças estatisticamente significativas entre os resultados dos alunos que trabalharam com a aplicação informática e os alunos que trabalharam com os materiais manipuláveis. Verificámos também que ambos os grupos da 1ª para a 3ª Etapa melhoraram significativamente o número de respostas certas, assim como o nível de tomada de decisão, não podendo concluir que a aplicação informática é melhor que os materiais manipuláveis, blocos padrão.