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O «Corpo-Cons(umo)truído» no século XX em Portugal : a tatuagem como expressão gráfica em três fases distintas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente artigo surge no âmbito de desenvolvimento de Tese de Doutoramento em Design, com principal foco na tatuagem como expressão gráfica, em Portugal. Uma das mais importantes características da tatuagem, é o facto de materializar determinados aspetos biográficos acerca do seu portador, bem como, “denunciar” de forma mais ou menos direta o seu consumo e a sua construção identitária. A tatuagem como expressão gráfica, não vai apenas inscrever tinta em forma de letras na pele humana portuguesa, mas “impressões” do mundo individual de um determinado consumidor face ao seu meio social, circunscrito numa determinada época (dependendo da localização selecionada, do idioma utilizado e da subjetividade do respectivo conteúdo). No decorrer deste artigo, pretende-se examinar a hipótese de uma nova expressão gráfica da percepção visual sob a forma do corpo humano como meio de comunicação. De igual modo, procurar-se-á estabelecer uma relação entre as três fases de estudo (INMLCF – 1911/43; Guerra de Ultramar – 1961/74; finais do século XX) que nos permita desenvolver uma síntese das marcas corporais como enquadramento histórico.
Autores principais:Cardal, Susana
Assunto:Tatuagem Desenho de letra Medicina legal Guerra do Ultramar Portugal Tattoo Lettering Legal medicine
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:O presente artigo surge no âmbito de desenvolvimento de Tese de Doutoramento em Design, com principal foco na tatuagem como expressão gráfica, em Portugal. Uma das mais importantes características da tatuagem, é o facto de materializar determinados aspetos biográficos acerca do seu portador, bem como, “denunciar” de forma mais ou menos direta o seu consumo e a sua construção identitária. A tatuagem como expressão gráfica, não vai apenas inscrever tinta em forma de letras na pele humana portuguesa, mas “impressões” do mundo individual de um determinado consumidor face ao seu meio social, circunscrito numa determinada época (dependendo da localização selecionada, do idioma utilizado e da subjetividade do respectivo conteúdo). No decorrer deste artigo, pretende-se examinar a hipótese de uma nova expressão gráfica da percepção visual sob a forma do corpo humano como meio de comunicação. De igual modo, procurar-se-á estabelecer uma relação entre as três fases de estudo (INMLCF – 1911/43; Guerra de Ultramar – 1961/74; finais do século XX) que nos permita desenvolver uma síntese das marcas corporais como enquadramento histórico.