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Dor em cuidados paliativos

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Resumo:Os cuidados paliativos surgiram nos anos sessenta do século passado através de Cicely Saunders que os afirmava como um direito humano (Capelas, s.d.). Em Portugal, estes cuidados surgiram na década de noventa do século vinte. Desde então têm-se vindo a desenvolver favorecendo a reflexão sobre a sua importância e necessidade na sociedade atual, que se encontra envelhecida e consequentemente com um aumento de doenças crónicas e progressivas (Barbosa, 2006). Cuidados paliativos definem-se “como uma resposta ativa aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que ela gera e de proporcionar a máxima qualidade de vida possível a estes doentes e suas famílias” (Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, s.d). Evidenciando estes cuidados como diferenciados e complexos torna-se necessário investir na formação para que se alcance a eficácia, a qualidade e a excelência no momento de cuidar dos doentes e dos seus familiares em fim de vida. Desta forma, com o intuito de melhorar as competências técnicas e científicas no contexto do mestrado em cuidados paliativos da Escola Superior de Saúde Drº Lopes Dias foi-me proposto a execução de um projeto de intervenção na instituição onde exerço atividade profissional e a realização de um período de prática clínica numa unidade de cuidados paliativos de referência. Este relatório pretende descrever os acontecimentos decorridos da prática clínica e da aplicação do projeto de intervenção, submetendo-os a reflexões críticas baseadas nos pilares fundamentais dos cuidados paliativos: comunicação, apoio à família, controlo de sintomas e trabalho em equipa. Para além do referido, o relatório explicita o desenvolvimento e a aquisição de competências através da realização de diversas atividades: aplicação de técnicas de comunicação, avaliação de necessidades e expectativas do doente/família, avaliação e controlo de sintomas, entre outras.
Autores principais:Cavalheiro, Raquel Catarina Gonçalves
Assunto:Comunicação Apoio à família Controlo sintomático Trabalho em equipa Dor Communication Family support Symptomatic control Teamwork Pain
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:Os cuidados paliativos surgiram nos anos sessenta do século passado através de Cicely Saunders que os afirmava como um direito humano (Capelas, s.d.). Em Portugal, estes cuidados surgiram na década de noventa do século vinte. Desde então têm-se vindo a desenvolver favorecendo a reflexão sobre a sua importância e necessidade na sociedade atual, que se encontra envelhecida e consequentemente com um aumento de doenças crónicas e progressivas (Barbosa, 2006). Cuidados paliativos definem-se “como uma resposta ativa aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que ela gera e de proporcionar a máxima qualidade de vida possível a estes doentes e suas famílias” (Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos, s.d). Evidenciando estes cuidados como diferenciados e complexos torna-se necessário investir na formação para que se alcance a eficácia, a qualidade e a excelência no momento de cuidar dos doentes e dos seus familiares em fim de vida. Desta forma, com o intuito de melhorar as competências técnicas e científicas no contexto do mestrado em cuidados paliativos da Escola Superior de Saúde Drº Lopes Dias foi-me proposto a execução de um projeto de intervenção na instituição onde exerço atividade profissional e a realização de um período de prática clínica numa unidade de cuidados paliativos de referência. Este relatório pretende descrever os acontecimentos decorridos da prática clínica e da aplicação do projeto de intervenção, submetendo-os a reflexões críticas baseadas nos pilares fundamentais dos cuidados paliativos: comunicação, apoio à família, controlo de sintomas e trabalho em equipa. Para além do referido, o relatório explicita o desenvolvimento e a aquisição de competências através da realização de diversas atividades: aplicação de técnicas de comunicação, avaliação de necessidades e expectativas do doente/família, avaliação e controlo de sintomas, entre outras.