Publicação

Explorações geométricas na cidade : uma experiência de aprendizagem no 1.º ciclo do ensino básico

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este Relatório de Estágio é o resultado de toda a ação educativa desenvolvida no decurso da Prática de Ensino Supervisionada, no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. O Relatório encontra-se organizado em três partes, sendo que todas elas se complementam e relacionam entre si. A primeira e a segunda parte são referentes à Prática de Ensino Supervisionada desenvolvida, respetivamente, em Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Delas fazem parte, a caraterização das instituições em que desenvolvemos cada uma das práticas, do grupo de crianças com que trabalhámos, evidências das planificações construídas e implementadas, bem como a reflexão sobre a prática desenvolvida. A terceira parte reflete o desenvolvimento de uma investigação desenvolvida numa turma de 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico, inserida na problemática da interação entre contextos formais e não-formais e orientada pelas seguintes questões: - Como relacionar do ponto de vista didático os contextos formais e não-formais por forma a fomentar aprendizagens significativas, ativas, socializadoras e integradoras de diferentes áreas curriculares no 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico; - Em que medida, a realização de atividades em espaços não-formais contribui para despertar uma maior motivação e promover a aprendizagem de conteúdos de Geometria e Medida e o desenvolvimento de capacidades de visualização espacial no 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico? A investigação inseriu-se num paradigma qualitativo e seguiu um desenho de Investigação-Ação. Quanto aos instrumentos de recolha de dados estes incluíram: observação participante, notas de campo, registo fotográfico, entrevista semiestruturada, questionário e registos produzidos pelos alunos. Já para análise dos dados usámos a análise de conteúdo tendo por base a definição prévia de categorias e dimensões de análise. Como técnica de validação recorremos à triangulação metodológica. A análise dos dados obtidos no estudo permitiram-nos concluir que as atividades desenvolvidas na interação entre a sala de aula e o Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco possibilitaram aos alunos adquirir novos conhecimentos e fortalecer aprendizagens de índole curricular, com especial ênfase no desenvolvimento de capacidades de visualização espacial. As tarefas implementadas e os recursos produzidos para os três momentos da visita de estudo – pré-visita, visita e pós-visita - revelaram-se articulados e estimularam o gosto, o interesse, a motivação e o empenho dos alunos na realização de atividades matemáticas. Em suma, a visita de estudo realizada pelos alunos do 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico proporcionou uma aprendizagem mais significativa das figuras geométricas e evidenciou a complementaridade dos contextos formal e não-formal.
Autores principais:Silva, Neuza Carina Martins da
Assunto:Educação básica Integração curricular Interação entre contextos formais e não-formais de educação Geometria e medida Visualização espacial Primary education Curricular integration Interaction between formal and casual education contexts Geometry and measurement Spatial visualization
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:Este Relatório de Estágio é o resultado de toda a ação educativa desenvolvida no decurso da Prática de Ensino Supervisionada, no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. O Relatório encontra-se organizado em três partes, sendo que todas elas se complementam e relacionam entre si. A primeira e a segunda parte são referentes à Prática de Ensino Supervisionada desenvolvida, respetivamente, em Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico. Delas fazem parte, a caraterização das instituições em que desenvolvemos cada uma das práticas, do grupo de crianças com que trabalhámos, evidências das planificações construídas e implementadas, bem como a reflexão sobre a prática desenvolvida. A terceira parte reflete o desenvolvimento de uma investigação desenvolvida numa turma de 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico, inserida na problemática da interação entre contextos formais e não-formais e orientada pelas seguintes questões: - Como relacionar do ponto de vista didático os contextos formais e não-formais por forma a fomentar aprendizagens significativas, ativas, socializadoras e integradoras de diferentes áreas curriculares no 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico; - Em que medida, a realização de atividades em espaços não-formais contribui para despertar uma maior motivação e promover a aprendizagem de conteúdos de Geometria e Medida e o desenvolvimento de capacidades de visualização espacial no 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico? A investigação inseriu-se num paradigma qualitativo e seguiu um desenho de Investigação-Ação. Quanto aos instrumentos de recolha de dados estes incluíram: observação participante, notas de campo, registo fotográfico, entrevista semiestruturada, questionário e registos produzidos pelos alunos. Já para análise dos dados usámos a análise de conteúdo tendo por base a definição prévia de categorias e dimensões de análise. Como técnica de validação recorremos à triangulação metodológica. A análise dos dados obtidos no estudo permitiram-nos concluir que as atividades desenvolvidas na interação entre a sala de aula e o Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco possibilitaram aos alunos adquirir novos conhecimentos e fortalecer aprendizagens de índole curricular, com especial ênfase no desenvolvimento de capacidades de visualização espacial. As tarefas implementadas e os recursos produzidos para os três momentos da visita de estudo – pré-visita, visita e pós-visita - revelaram-se articulados e estimularam o gosto, o interesse, a motivação e o empenho dos alunos na realização de atividades matemáticas. Em suma, a visita de estudo realizada pelos alunos do 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico proporcionou uma aprendizagem mais significativa das figuras geométricas e evidenciou a complementaridade dos contextos formal e não-formal.