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Raça ovina Merino da Beira Baixa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Merino da Beira Baixa é um animal cujas características fenotípicas estão estabelecidas e que se fixaram após um período evolutivo de cruzamentos das raças autóctones existentes a quando do Recenseamento Geral de Gados de 1870, bordaleiro churro e comum, com o Merino Espanhol introduzido em Portugal em 1920, o Merino Fonte Boa em 1929/30 e devido a transumâncias com os churros Mondegueiro e Serra da Estrela (6). A sua substituição por outras, teoricamente mais produtivas mas não adaptadas ao seu sistema de exploração, teve consequências na qualidade dos produtos característicos da região. Esta raça, pelo fato da DOP não obrigar à utilização do leite que produz, está vocacionada para sobreviver como animal adaptado aos sistemas mais extensivos e pobres, como opção de ocupação de áreas que não são próprias para culturas de rendimento e, onde as raças exóticas (alta produção) não são capazes de sobreviver por não estarem adaptadas ao pastoreio de percurso.
Autores principais:Andrade, C.S.C.R.
Outros Autores:Pires, Tiago Homem
Assunto:Ovino Merino da Beira Baixa
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:O Merino da Beira Baixa é um animal cujas características fenotípicas estão estabelecidas e que se fixaram após um período evolutivo de cruzamentos das raças autóctones existentes a quando do Recenseamento Geral de Gados de 1870, bordaleiro churro e comum, com o Merino Espanhol introduzido em Portugal em 1920, o Merino Fonte Boa em 1929/30 e devido a transumâncias com os churros Mondegueiro e Serra da Estrela (6). A sua substituição por outras, teoricamente mais produtivas mas não adaptadas ao seu sistema de exploração, teve consequências na qualidade dos produtos característicos da região. Esta raça, pelo fato da DOP não obrigar à utilização do leite que produz, está vocacionada para sobreviver como animal adaptado aos sistemas mais extensivos e pobres, como opção de ocupação de áreas que não são próprias para culturas de rendimento e, onde as raças exóticas (alta produção) não são capazes de sobreviver por não estarem adaptadas ao pastoreio de percurso.