Publicação
Importância da hora do conto na educação pré-escolar: o reconto e as competências narrativas
| Resumo: | O presente Relatório de Estágio surge no âmbito da Prática Supervisionada na Educação Pré-Escolar como também no 1º Ciclo do Ensino Básico. Estas práticas ocorrem no 2º ano de Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, lecionado na Escola Superior de Educação de Castelo Branco. O tema escolhido para a investigação foi a “Importância da hora do conto na educação pré-escolar – O reconto e as competências narrativas”. Este tema visa abordar o desenvolvimento das competências narrativas em crianças da educação pré-escolar, a ser promovido durante a hora do conto, que tem lugar todas as semanas no decorrer do estágio na educação pré-escolar. O desenvolvimento da criança e a sua socialização através da capacidade de comunicar estão muito relacionados com a competência de compreender e exprimir uma sequência de ideias. Assim, considera-se que a promoção das competências narrativas ao nível da oralidade é uma dimensão importante a ter em conta no contexto pré-escolar. Serão lidas às crianças algumas histórias, as quais estas irão recontar. As histórias a selecionar deverão ser uma novidade, pelo menos para as crianças da amostra, o que será salvaguardado através de conversa com a educadora sobre histórias já contadas ao grupo em causa e também através de conversa com as crianças sobre histórias ouvidas em casa. Teremos também em conta se as histórias contadas oralmente com e sem apoio de ilustração têm impacto diferente no reconto feito pelas crianças. A decisão sobre os contos a utilizar será tomada em função dos critérios que se apresentam no capítulo da metodologia. Segundo a autora Sylviane Rigolet, existem três estádios de desenvolvimento da leitura, sendo eles o de confirmação, informação e invenção. No primeiro estádio, a criança em idade pré-escolar compreende que as histórias que lhe são contadas estão relacionadas com a sua vida. No segundo estádio, a criança associa as histórias como uma continuação das suas próprias experiências de vida. No terceiro e último estádio, a criança, a partir da história, utiliza a invenção para aceder ao mundo da imaginação (Rigolet,1997, p.42). Ao observar o estádio em que as crianças se encontram, poderei mais facilmente adaptar as atividades de reconto oral das histórias de forma a promover um desenvolvimento da competência narrativa de cada uma. |
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| Autores principais: | Nunes, Carina Isabel dos Santos |
| Assunto: | Hora do conto Competências narrativas Desenvolvimento da linguagem Storytime Narrative skills Language development |
| Ano: | 2026 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Resumo: | O presente Relatório de Estágio surge no âmbito da Prática Supervisionada na Educação Pré-Escolar como também no 1º Ciclo do Ensino Básico. Estas práticas ocorrem no 2º ano de Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico, lecionado na Escola Superior de Educação de Castelo Branco. O tema escolhido para a investigação foi a “Importância da hora do conto na educação pré-escolar – O reconto e as competências narrativas”. Este tema visa abordar o desenvolvimento das competências narrativas em crianças da educação pré-escolar, a ser promovido durante a hora do conto, que tem lugar todas as semanas no decorrer do estágio na educação pré-escolar. O desenvolvimento da criança e a sua socialização através da capacidade de comunicar estão muito relacionados com a competência de compreender e exprimir uma sequência de ideias. Assim, considera-se que a promoção das competências narrativas ao nível da oralidade é uma dimensão importante a ter em conta no contexto pré-escolar. Serão lidas às crianças algumas histórias, as quais estas irão recontar. As histórias a selecionar deverão ser uma novidade, pelo menos para as crianças da amostra, o que será salvaguardado através de conversa com a educadora sobre histórias já contadas ao grupo em causa e também através de conversa com as crianças sobre histórias ouvidas em casa. Teremos também em conta se as histórias contadas oralmente com e sem apoio de ilustração têm impacto diferente no reconto feito pelas crianças. A decisão sobre os contos a utilizar será tomada em função dos critérios que se apresentam no capítulo da metodologia. Segundo a autora Sylviane Rigolet, existem três estádios de desenvolvimento da leitura, sendo eles o de confirmação, informação e invenção. No primeiro estádio, a criança em idade pré-escolar compreende que as histórias que lhe são contadas estão relacionadas com a sua vida. No segundo estádio, a criança associa as histórias como uma continuação das suas próprias experiências de vida. No terceiro e último estádio, a criança, a partir da história, utiliza a invenção para aceder ao mundo da imaginação (Rigolet,1997, p.42). Ao observar o estádio em que as crianças se encontram, poderei mais facilmente adaptar as atividades de reconto oral das histórias de forma a promover um desenvolvimento da competência narrativa de cada uma. |
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