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Susceptibilidade de pessegueiros a Phomopsis amygdali sujeitos a diferentes níveis de fertilização azotada

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A procura de bens alimentares que garantam ao consumidor segurança alimentar tem sido um dos grandes pilares da expansão da área de produção agrícola seguindo os princípios e objectivos da Produção Integrada. Em Abril de 2003, foi instalado um ensaio de pessegueiros em vasos, da cultivar Springcrest uma cultivar temporã e medianamente susceptível ao cancro causado por Phomopsis amygdali. Foi realizado um plano de fertilização que compreendeu 4 modalidades de fertilização azotada, N0 sem fertilização, NI com nível insuficiente, N2 com nível considerado suficiente e N3 com nível excessivo. Em Novembro de 2003 procedeu-se à inoculação das plantas com P. amygdali. A avaliação da susceptibilidade foi quantificada através da medição da área de cancro desenvolvido nos locais da infecção, realizada entre Janeiro e Março de 2004. Os resultados alcançados permitem concluir que há um efeito da fertilização azotada quer ao nível do vigor das plantas, quer ao nível da produção e da susceptibilidade ao cancro, verificando-se maior susceptibilidade na testemunha que não difere significativamente da modalidade N3.
Autores principais:Simões, M.P.
Outros Autores:Paulo, Maria José; Luz, J.P.
Assunto:Pessegueiro Phomopsis amygdali Fertilização azotada Produção integrada Nutrição
Ano:2005
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:A procura de bens alimentares que garantam ao consumidor segurança alimentar tem sido um dos grandes pilares da expansão da área de produção agrícola seguindo os princípios e objectivos da Produção Integrada. Em Abril de 2003, foi instalado um ensaio de pessegueiros em vasos, da cultivar Springcrest uma cultivar temporã e medianamente susceptível ao cancro causado por Phomopsis amygdali. Foi realizado um plano de fertilização que compreendeu 4 modalidades de fertilização azotada, N0 sem fertilização, NI com nível insuficiente, N2 com nível considerado suficiente e N3 com nível excessivo. Em Novembro de 2003 procedeu-se à inoculação das plantas com P. amygdali. A avaliação da susceptibilidade foi quantificada através da medição da área de cancro desenvolvido nos locais da infecção, realizada entre Janeiro e Março de 2004. Os resultados alcançados permitem concluir que há um efeito da fertilização azotada quer ao nível do vigor das plantas, quer ao nível da produção e da susceptibilidade ao cancro, verificando-se maior susceptibilidade na testemunha que não difere significativamente da modalidade N3.