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O uso do instrumento e seu repertório em Formação Musical : estudo de caso em turma de 5º grau

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente Relatório de Estágio apresenta-se dividido em duas partes que se complementam, a primeira, Prática de Ensino Supervisionada e a segunda, Projeto de Ensino Artístico. A primeira parte deste trabalho transparece o estágio profissional realizado no ano letivo de 2018/2019 na Escola de Artes do Norte Alentejano ao nível da Formação Musical e da Música de Conjunto. A segunda parte vem complementar a primeira, na medida em que procura fundamentar e analisar o que foi realizado em determinado período nas aulas de Formação Musical englobadas na Prática de Ensino Supervisionada. Neste período de tempo, procurou-se utilizar o instrumento tocado pelos alunos assim como o respetivo repertório como recursos didáticos da disciplina, objetivando assim, um maior envolvimento na aprendizagem dos alunos assim como uma maior motivação para este processo, nomeadamente a envolvência evidente da motivação intrínseca e extrínseca na aprendizagem. Durante a aplicação das estratégias foi possível observar diretamente diferentes teorias, como a teoria da autodeterminação e a teoria da autoeficácia.
Autores principais:Ferreira, João Pedro Fernandes
Assunto:Formação musical Motivação Motivação intrínseca Aprendizagem social Autoeficácia Musical education Motivation Intrinsic motivation Social learning Self-efficacy
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:O presente Relatório de Estágio apresenta-se dividido em duas partes que se complementam, a primeira, Prática de Ensino Supervisionada e a segunda, Projeto de Ensino Artístico. A primeira parte deste trabalho transparece o estágio profissional realizado no ano letivo de 2018/2019 na Escola de Artes do Norte Alentejano ao nível da Formação Musical e da Música de Conjunto. A segunda parte vem complementar a primeira, na medida em que procura fundamentar e analisar o que foi realizado em determinado período nas aulas de Formação Musical englobadas na Prática de Ensino Supervisionada. Neste período de tempo, procurou-se utilizar o instrumento tocado pelos alunos assim como o respetivo repertório como recursos didáticos da disciplina, objetivando assim, um maior envolvimento na aprendizagem dos alunos assim como uma maior motivação para este processo, nomeadamente a envolvência evidente da motivação intrínseca e extrínseca na aprendizagem. Durante a aplicação das estratégias foi possível observar diretamente diferentes teorias, como a teoria da autodeterminação e a teoria da autoeficácia.