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Os espaços educativos favorecedores da aprendizagem e o papel da cidade educadora

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Resumo:A globalização, os novos movimentos e cívicos elencados no espaço público, a multiculturalidade e reconfiguração cultural, o crescimento das cidades como espaços interativos de (re)ações e de formação dos cidadãos fizeram emergir novos cenários para a Pedagogia (social), uma generalização do 'educativo' e processos culturais, impregnados de 'segmentos pedagógicos(Debray) que constituiu um desafio na vanguarda do processo de transformação da sociedade (Bauman). Neste sentido, acidade educadora como criativa (G. Lipovetsky) garante a inclusão social de toda a cidadania promovendo a formação ao longo da vida, práticas artísticas, sociais e culturais, que são aprendizagens (cooperativas) que implicam conhecimentos de índole ( 'smart city') geradoras da inclusão e da intergeracionalidade. A importância da educação híbrida (formal, não-formal e informal) na comunidade e/ou na cidade é uma exigência socio-histórica e um desafio para a sociedade atual, que pretende o desenvolvimento cultural e formativo dos cidadãos, recorrendo aos espaços como recetáculos (culturas, gerações e conhecimentos) no 'aprender a aprender'. É a comunidade (e a cidade) a que usa os espaços, os desenvolvedores, os converte em espaços criativos e legitimados para dar sentido à cultura e aos processos de construção das identidades. Analisamos a estruturação da comunidade, e ou a cidade, aprendizagens e novas políticas, que gera a educação da nova cultura, a cultura da nova cultura, e a contribuição das novas tecnologias. Elencamos as nossas aulas na 'cidade educadora e criativa, como projeto de futuro, nas comunidades de aprendizagem (oriundo do relatório de E. Faure), de modo a promover espaços de abertura à diversidade e à inclusão. Norteamo-nos a nossa abordagem com uma hermenêutica analítica e crítica na base dos objetivos: compreender os ambientes e/ou espaços educativos, como cenários onde nos educamos/aprendemos na comunidade e/ou a cidade (educadora); conhecer a interação da escola, como mediadora de cultura, com a comunidade e/ou cidade, na formação para a cidadania; analisar as interações dos atores da comunidade e/ou cidade como 'faróis que iluminam os espaços na participação, na gestão dos Espaços (identidades) na tríade: 'Cidade-Convivência-Educação (hibrida) e Escola'; Cidade Educadora como lugar de educação para cidadania, cuja conceção a converte num território educativo; Comunidade de Aprendizagens na relação 'Escola-Espaços-Comunidade'.
Autores principais:Martins, Ernesto Candeias
Assunto:Espaço educativo Cidade educadora Pedagogia social Educação inclusiva Inclusão social
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:A globalização, os novos movimentos e cívicos elencados no espaço público, a multiculturalidade e reconfiguração cultural, o crescimento das cidades como espaços interativos de (re)ações e de formação dos cidadãos fizeram emergir novos cenários para a Pedagogia (social), uma generalização do 'educativo' e processos culturais, impregnados de 'segmentos pedagógicos(Debray) que constituiu um desafio na vanguarda do processo de transformação da sociedade (Bauman). Neste sentido, acidade educadora como criativa (G. Lipovetsky) garante a inclusão social de toda a cidadania promovendo a formação ao longo da vida, práticas artísticas, sociais e culturais, que são aprendizagens (cooperativas) que implicam conhecimentos de índole ( 'smart city') geradoras da inclusão e da intergeracionalidade. A importância da educação híbrida (formal, não-formal e informal) na comunidade e/ou na cidade é uma exigência socio-histórica e um desafio para a sociedade atual, que pretende o desenvolvimento cultural e formativo dos cidadãos, recorrendo aos espaços como recetáculos (culturas, gerações e conhecimentos) no 'aprender a aprender'. É a comunidade (e a cidade) a que usa os espaços, os desenvolvedores, os converte em espaços criativos e legitimados para dar sentido à cultura e aos processos de construção das identidades. Analisamos a estruturação da comunidade, e ou a cidade, aprendizagens e novas políticas, que gera a educação da nova cultura, a cultura da nova cultura, e a contribuição das novas tecnologias. Elencamos as nossas aulas na 'cidade educadora e criativa, como projeto de futuro, nas comunidades de aprendizagem (oriundo do relatório de E. Faure), de modo a promover espaços de abertura à diversidade e à inclusão. Norteamo-nos a nossa abordagem com uma hermenêutica analítica e crítica na base dos objetivos: compreender os ambientes e/ou espaços educativos, como cenários onde nos educamos/aprendemos na comunidade e/ou a cidade (educadora); conhecer a interação da escola, como mediadora de cultura, com a comunidade e/ou cidade, na formação para a cidadania; analisar as interações dos atores da comunidade e/ou cidade como 'faróis que iluminam os espaços na participação, na gestão dos Espaços (identidades) na tríade: 'Cidade-Convivência-Educação (hibrida) e Escola'; Cidade Educadora como lugar de educação para cidadania, cuja conceção a converte num território educativo; Comunidade de Aprendizagens na relação 'Escola-Espaços-Comunidade'.