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Incerteza espacial associada à simulação da superfície piezométrica do aquífero de Cuellar - Espanha.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No estudo de caso em análise, a evolução da superfície piezométrica foi simulada, recorrendo a uma metodologia estocástica, como base para a construção de um modelo de fluxo, partindo de dados recolhidos entre os anos de 2010 e 2012. São apresentados e discutidos dois cenários, um sintetizando as condições mais favoráveis, onde o nível piezométrico registou os valores medianos mais altos (cenário húmido) e outro sintetizando as condições mais desfavoráveis, com o registo dos valores medianos mais baixos (cenário seco). A bacia hidrográfica do rio Douro é a mais extensa da Península Ibérica, com uma área de 98.073 km2 [2]. É um território transfronteiriço onde 20% da sua área se situa em Portugal. Na Figura 1 encontram-se identificadas as principais unidades geológicas que correspondem a características hidrogeológicas particulares [3]. Foram simuladas duas superfícies piezométricas usando a Simulação Gaussiana Sequencial(SGS) [4, 5]. Conclui-se que a maior quantidade de água se encontra na zona noroeste (Figura 2), coincidindo com a mais baixa incerteza espacial associada às simulações, o que permitirá uma boa aproximação dos padrões de distribuição dos níveis piezométricos tanto para a estação seca como para a estação húmida; podendo ser utilizada na simulação numérica da dispersão de contaminantes em trabalhos futuros.
Autores principais:Alonso, Leticia
Outros Autores:Albuquerque, M.T.D.; Martínez-Alegría, Roberto; Sanz-Lobón, Germán
Assunto:Aquífero cársico Nível piezométrico Simulação sequencial gaussiana Incerteza espacial
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:No estudo de caso em análise, a evolução da superfície piezométrica foi simulada, recorrendo a uma metodologia estocástica, como base para a construção de um modelo de fluxo, partindo de dados recolhidos entre os anos de 2010 e 2012. São apresentados e discutidos dois cenários, um sintetizando as condições mais favoráveis, onde o nível piezométrico registou os valores medianos mais altos (cenário húmido) e outro sintetizando as condições mais desfavoráveis, com o registo dos valores medianos mais baixos (cenário seco). A bacia hidrográfica do rio Douro é a mais extensa da Península Ibérica, com uma área de 98.073 km2 [2]. É um território transfronteiriço onde 20% da sua área se situa em Portugal. Na Figura 1 encontram-se identificadas as principais unidades geológicas que correspondem a características hidrogeológicas particulares [3]. Foram simuladas duas superfícies piezométricas usando a Simulação Gaussiana Sequencial(SGS) [4, 5]. Conclui-se que a maior quantidade de água se encontra na zona noroeste (Figura 2), coincidindo com a mais baixa incerteza espacial associada às simulações, o que permitirá uma boa aproximação dos padrões de distribuição dos níveis piezométricos tanto para a estação seca como para a estação húmida; podendo ser utilizada na simulação numérica da dispersão de contaminantes em trabalhos futuros.