Publicação
Determinantes da rentabilidade dos capitais próprios: o caso das empresas não financeiras em Portugal
| Resumo: | O principal objetivo deste estudo consiste na determinação das variáveis explicativas da rentabilidade das empresas não financeiras em Portugal. Para tal, utilizámos um conjunto de variáveis específicas à empresa e uma de cariz macroeconómico para estudar a Renta-bilidades dos Capitais Próprios. A amostra é composta por 104 empresas não financeiras portuguesas, que posteriormente foram separadas de acordo com a sua dimensão, sendo o período estudado compreendido entre o ano de 2014 e o ano de 2017, e recorremos um modelo de regressão linear múltipla para estimar os resultados.Os resultados obtidos sugerem que as pequenas empresas saem beneficiadas pelo nível de inventários que possuem, mas que a sua dimensão e a tangibilidade do ativo afetam de maneira negativa a sua rentabilidade. Em relação às médias empresas, a estrutura de capitais e a tangibilidade do ativo afetam de forma negativa a rentabilidade. No caso das grandes empresas, a idade afeta a rentabilidade de maneira positiva, enquanto que a dimensão e a estrutura de capitais afetam de maneira negativa. |
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| Autores principais: | Coimbra, Nuno |
| Outros Autores: | Ribeiro, Alexandrino; Vilhena, Estela |
| Assunto: | Determinantes Dimensão Empresas não financeiras Portugal Rentabilidade Determinants Size Non-financial companies Profitability |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Resumo: | O principal objetivo deste estudo consiste na determinação das variáveis explicativas da rentabilidade das empresas não financeiras em Portugal. Para tal, utilizámos um conjunto de variáveis específicas à empresa e uma de cariz macroeconómico para estudar a Renta-bilidades dos Capitais Próprios. A amostra é composta por 104 empresas não financeiras portuguesas, que posteriormente foram separadas de acordo com a sua dimensão, sendo o período estudado compreendido entre o ano de 2014 e o ano de 2017, e recorremos um modelo de regressão linear múltipla para estimar os resultados.Os resultados obtidos sugerem que as pequenas empresas saem beneficiadas pelo nível de inventários que possuem, mas que a sua dimensão e a tangibilidade do ativo afetam de maneira negativa a sua rentabilidade. Em relação às médias empresas, a estrutura de capitais e a tangibilidade do ativo afetam de forma negativa a rentabilidade. No caso das grandes empresas, a idade afeta a rentabilidade de maneira positiva, enquanto que a dimensão e a estrutura de capitais afetam de maneira negativa. |
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