Publicação
Hipertensão arterial VS normotensão arterial: influência de uma sessão de caminhada na frequência cardíaca e pressão arterial
| Resumo: | Introdução: Vários estudos afirmam que pessoas ativas têm menor probabilidade de desenvolver Hipertensão Arterial. Diversos estudos têm também demonstrado que uma única sessão de exercícios físico agudo, nomeadamente a caminhada, reduz a pressão arterial de indivíduos normotensos e hipertensos. Assim, com este estudo, pretendeu-se estudar a influência de uma única sessão de caminhada nos valores de pressão arterial e frequência cardíaca, comparando indivíduos normotensos com hipertensos. Métodos: Sessenta e dois indivíduos (42 normotensos e 20 hipertensos) foram submetidos a uma sessão de caminhada de 2,5 Km de distância, sendo feita uma avaliação de algumas variáveis cardiovasculares (pressão arterial e frequência cardíaca), antes e após a caminhada e ao 5º minuto de recuperação. Resultados: Uma única sessão de caminhada provocou alterações significativas no comportamento da pressão arterial. As alterações hemodinâmicas verificadas ocorreram independentemente dos indivíduos serem normotensos ou hipertensos. Conclusão: O presente estudo mostrou que uma única sessão de caminhada provocou alterações no comportamento da pressão arterial e frequência cardíaca, tanto nos indivíduos normotensos como nos hipertensos. Assim, é possível concluir que a curva dose-resposta do exercício pode ser descendente e importante logo a partir da primeira sessão. A redução expressiva da pressão arterial sugere que programas de exercício físico aeróbio devem ser recomendados como medida não farmacológica no controlo da Hipertensão Arterial, por promoverem efeito hipotensor e cardioprotetor. Contudo, não bastam medidas de orientação, devem haver estratégias que auxiliem o indivíduo na mudança dos hábitos de vida, de modo a contribuir para o controlo da doença. |
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| Autores principais: | Antunes, Sónia |
| Outros Autores: | Valentim, Bruno; Pereira, Alexandre |
| Assunto: | Hipertensão arterial Exercício aeróbio Pressão arterial Frequência cardíaca Arterial hypertension Aerobic exercise Blood pressure Heart rate |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco |
| Resumo: | Introdução: Vários estudos afirmam que pessoas ativas têm menor probabilidade de desenvolver Hipertensão Arterial. Diversos estudos têm também demonstrado que uma única sessão de exercícios físico agudo, nomeadamente a caminhada, reduz a pressão arterial de indivíduos normotensos e hipertensos. Assim, com este estudo, pretendeu-se estudar a influência de uma única sessão de caminhada nos valores de pressão arterial e frequência cardíaca, comparando indivíduos normotensos com hipertensos. Métodos: Sessenta e dois indivíduos (42 normotensos e 20 hipertensos) foram submetidos a uma sessão de caminhada de 2,5 Km de distância, sendo feita uma avaliação de algumas variáveis cardiovasculares (pressão arterial e frequência cardíaca), antes e após a caminhada e ao 5º minuto de recuperação. Resultados: Uma única sessão de caminhada provocou alterações significativas no comportamento da pressão arterial. As alterações hemodinâmicas verificadas ocorreram independentemente dos indivíduos serem normotensos ou hipertensos. Conclusão: O presente estudo mostrou que uma única sessão de caminhada provocou alterações no comportamento da pressão arterial e frequência cardíaca, tanto nos indivíduos normotensos como nos hipertensos. Assim, é possível concluir que a curva dose-resposta do exercício pode ser descendente e importante logo a partir da primeira sessão. A redução expressiva da pressão arterial sugere que programas de exercício físico aeróbio devem ser recomendados como medida não farmacológica no controlo da Hipertensão Arterial, por promoverem efeito hipotensor e cardioprotetor. Contudo, não bastam medidas de orientação, devem haver estratégias que auxiliem o indivíduo na mudança dos hábitos de vida, de modo a contribuir para o controlo da doença. |
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