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Estudo anatómico da iniciação e desenvolvimento de raízes em rebentos de castanheiro regenerados in vitro

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A fase de enraizamento continua a ser um passo chave em todo o processo de micropropagação, podendo de alguma forma condicionar o seu sucesso, com particular destaque para as espécies lenhosas. Daí que uma melhor compreensão dos aspectos biológicos envolvidos na formação de raízes adventícias, possa contribuir de uma forma decisiva para resolver algumas das frequentes dificuldades. Neste trabalho descrevem-se alterações anatómicas durante a formação de raízes adventícias em rebentos de castanheiro regenerados in vitro. A indução foi feita em meio de MS, com os macronutrientes reduzidos a metade e os nitratos a um quarto, e com 3 mgl-1 de AIB durante 5 dias, seguidos de transferência para igual formulação mas sem auxinas. As primeiras divisões celulares detectaram-se 24 h após os rebentos serem induzidos a formar um sistema radicular adventício. Estas divisões ocorrem em células derivadas do câmbio vascular e localizadas muito próximas deste. O posterior processo de diferenciação evolui no sentido de um incremento das taxas de divisão celular com a formação de meristemóides. Entre os dias 4 e 6 são já visíveis primórdios radiculares bem diferenciados, que se desenvolvem radialmente ao córtex com a posterior rotura de toda a camada epidérmica. Estes primórdios evoluem para raízes adventícias que podem ser observadas macroscopicamente entre o dia 10 e 12. Em simultâneo assiste-se a uma progressiva diferenciação do sistema vascular que acaba por se conectar com o sistema vascular do rebento. O aspecto anatómico destas raízes em corte transversal parece em tudo normal.
Autores principais:Gonçalves, José Carlos
Outros Autores:Diogo, Maria da Graça; Amâncio, Sara
Assunto:Castanheiro Micropropagação Enraizamento
Ano:1996
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Castelo Branco
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco
Descrição
Resumo:A fase de enraizamento continua a ser um passo chave em todo o processo de micropropagação, podendo de alguma forma condicionar o seu sucesso, com particular destaque para as espécies lenhosas. Daí que uma melhor compreensão dos aspectos biológicos envolvidos na formação de raízes adventícias, possa contribuir de uma forma decisiva para resolver algumas das frequentes dificuldades. Neste trabalho descrevem-se alterações anatómicas durante a formação de raízes adventícias em rebentos de castanheiro regenerados in vitro. A indução foi feita em meio de MS, com os macronutrientes reduzidos a metade e os nitratos a um quarto, e com 3 mgl-1 de AIB durante 5 dias, seguidos de transferência para igual formulação mas sem auxinas. As primeiras divisões celulares detectaram-se 24 h após os rebentos serem induzidos a formar um sistema radicular adventício. Estas divisões ocorrem em células derivadas do câmbio vascular e localizadas muito próximas deste. O posterior processo de diferenciação evolui no sentido de um incremento das taxas de divisão celular com a formação de meristemóides. Entre os dias 4 e 6 são já visíveis primórdios radiculares bem diferenciados, que se desenvolvem radialmente ao córtex com a posterior rotura de toda a camada epidérmica. Estes primórdios evoluem para raízes adventícias que podem ser observadas macroscopicamente entre o dia 10 e 12. Em simultâneo assiste-se a uma progressiva diferenciação do sistema vascular que acaba por se conectar com o sistema vascular do rebento. O aspecto anatómico destas raízes em corte transversal parece em tudo normal.