Publicação
Análise comparativa de duas modalidades de aulas de grupo no dispêndio energético, perfil antropométrico e indicadores fisiológicos de esforço
| Resumo: | O objetivo do presente estudo foi analisar o comportamento dos indicadores fisiológicos, antropométricos e do dispêndio energético, na comparação entre duas modalidades de aulas de academia, indoor cycling (IC) e power jump (PJ). Oito praticantes das atividades de IC e PJ, (5 mulheres e 3 homens), idade 34 ± 8,6 anos, massa corporal (MC) 68 ± 7,1 kg, massa gorda (MG) 24,2 % ± e com mínimo de prática das atividades de seis meses. As variáveis estudadas contemplaram a FC (bpm), PSE (Borg/CR10), DE (kcal), com recurso a FC e equação de predição indireta (Keytel et al., 2005), mensuração das pregas adiposas (Guedes, 1985), nos momentos pré e pós sessão, sendo estes procedimentos adotados durante a realização de 3 sessões de cada uma das atividades. Foram analisados 5 momentos de cada sessão (T7min, T15min, T25min, T30min, T40min). Foram realizadas análises de convergências referentes aos valores DE obtidos pela aplicação Garmin Connect® (cardiofrequencímetro) e a estimativa a partir da equação de predição indireta (Keytel et al., 2005). Não foram observadas diferenças significativas nos valores de FCméd durante as sessões de IC e PJ (138,8 ± 24,4 vs 141,6 ± 19,2 bpm, t=2,306; p=0,71), respetivamente. A PSE para o IC foi 5,4 ± 1,9 e para o PJ 4,8 ± 1,7. As aulas tiveram a duração de 45 minutos. O dispêndio energético segundo os dados do sujeito um, teve uma média de 321 kcal (aplicação Garmin Connect®), 344 kcal (equação de Keytel) e 361 kcal (aplicação Garmin Connect®) e 406 kcal (equação de Keytel) para as aulas de IC e PJ pela sequência apresentada. Relativamente ao perfil antropométrico, os valores médios não apresentam diferenças significativas, embora se verifique uma maior alteração na aula de PJ. Conclusões: Estes resultados sugerem que a aula de PJ provoca uma exigência metabólica e de dispêndio energético muito maior que a aula de IC. Contudo, as duas modalidades equivalem-se na percentagem de utilização de lípidos e hidratos de carbono, prevalecendo neste estudo o recrutamento dos lípidos. Ambas as aulas proporcionam aumento da resistência cardiorrespiratória e melhora da aptidão física e saúde na qualidade de vida. |
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| Autores principais: | Calado, Lídia S L |
| Assunto: | Intensidades de esforço perfil lipídico substrato energético power jump indoor cycling |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico da Guarda |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional do Instituto Politécnico da Guarda |
| Resumo: | O objetivo do presente estudo foi analisar o comportamento dos indicadores fisiológicos, antropométricos e do dispêndio energético, na comparação entre duas modalidades de aulas de academia, indoor cycling (IC) e power jump (PJ). Oito praticantes das atividades de IC e PJ, (5 mulheres e 3 homens), idade 34 ± 8,6 anos, massa corporal (MC) 68 ± 7,1 kg, massa gorda (MG) 24,2 % ± e com mínimo de prática das atividades de seis meses. As variáveis estudadas contemplaram a FC (bpm), PSE (Borg/CR10), DE (kcal), com recurso a FC e equação de predição indireta (Keytel et al., 2005), mensuração das pregas adiposas (Guedes, 1985), nos momentos pré e pós sessão, sendo estes procedimentos adotados durante a realização de 3 sessões de cada uma das atividades. Foram analisados 5 momentos de cada sessão (T7min, T15min, T25min, T30min, T40min). Foram realizadas análises de convergências referentes aos valores DE obtidos pela aplicação Garmin Connect® (cardiofrequencímetro) e a estimativa a partir da equação de predição indireta (Keytel et al., 2005). Não foram observadas diferenças significativas nos valores de FCméd durante as sessões de IC e PJ (138,8 ± 24,4 vs 141,6 ± 19,2 bpm, t=2,306; p=0,71), respetivamente. A PSE para o IC foi 5,4 ± 1,9 e para o PJ 4,8 ± 1,7. As aulas tiveram a duração de 45 minutos. O dispêndio energético segundo os dados do sujeito um, teve uma média de 321 kcal (aplicação Garmin Connect®), 344 kcal (equação de Keytel) e 361 kcal (aplicação Garmin Connect®) e 406 kcal (equação de Keytel) para as aulas de IC e PJ pela sequência apresentada. Relativamente ao perfil antropométrico, os valores médios não apresentam diferenças significativas, embora se verifique uma maior alteração na aula de PJ. Conclusões: Estes resultados sugerem que a aula de PJ provoca uma exigência metabólica e de dispêndio energético muito maior que a aula de IC. Contudo, as duas modalidades equivalem-se na percentagem de utilização de lípidos e hidratos de carbono, prevalecendo neste estudo o recrutamento dos lípidos. Ambas as aulas proporcionam aumento da resistência cardiorrespiratória e melhora da aptidão física e saúde na qualidade de vida. |
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