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HÁBITOS ALIMENTARES E PRÁTICA DE EXERCÍCIO FÍSICO DOS ADOLESCENTES: CONTRIBUTO DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA

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Resumo:Uma vida saudável é crucial, e está relacionada com um estilo de vida salutar, no que diz respeito aos hábitos alimentares e atividade física. A alimentação pouco saudável e a falta de exercício regular durante a infância e adolescência resultam no desenvolvimento precoce de doenças, comprometendo a sua saúde física e mental. A adoção de hábitos saudáveis desde a infância e perpetuados pela vida adulta, tem um impacto notável na saúde do indivíduo. Este estudo tem como objetivos conhecer os hábitos alimentares e prática de atividade física dos adolescentes e analisar a relação das variáveis sociodemográficas nos hábitos alimentares e prática de atividade física dos adolescentes. Recorreu-se a um estudo descritivo-correlacional com uma amostra de 60 adolescentes que frequentaram a consulta externa de adolescência ou aqueles que recorreram ao serviço de urgência pediátrica de um hospital da região centro. Os dados foram recolhidos através de questionário entre março e maio de 2022, e como instrumento de recolha de dados utilizou-se a Escala de Hábitos Alimentares (EHA) (Marques et al., 2011) e o International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) (Craig et al., 2003). Dos resultados salienta-se a prevalência de rapazes (59,4%), com uma média de idade de 13,85±2,22 anos, a maioria com idades ≥14 anos (63,3%). Em relação aos seus hábitos alimentares, destaca-se a variedade alimentar (M=3,83), seguindo-se a adequação dos hábitos alimentares (M=3,58), com uma média menor na quantidade alimentar (M=3,12). As variáveis sociodemográficas não interferiram nos hábitos alimentares dos adolescentes (p>0,05). O nível de atividade física não interfere nos hábitos alimentares dos adolescentes (p>0,05). Todavia, os adolescentes ativos fisicamente foram os que revelaram, maioritariamente, um comportamento alimentar mais adequado (Md = 35,47).
Autores principais:Ramos, Sara C
Assunto:Adolescentes Hábitos alimentares Atividade Física Enfermeiro Especialista
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico da Guarda
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional do Instituto Politécnico da Guarda
Descrição
Resumo:Uma vida saudável é crucial, e está relacionada com um estilo de vida salutar, no que diz respeito aos hábitos alimentares e atividade física. A alimentação pouco saudável e a falta de exercício regular durante a infância e adolescência resultam no desenvolvimento precoce de doenças, comprometendo a sua saúde física e mental. A adoção de hábitos saudáveis desde a infância e perpetuados pela vida adulta, tem um impacto notável na saúde do indivíduo. Este estudo tem como objetivos conhecer os hábitos alimentares e prática de atividade física dos adolescentes e analisar a relação das variáveis sociodemográficas nos hábitos alimentares e prática de atividade física dos adolescentes. Recorreu-se a um estudo descritivo-correlacional com uma amostra de 60 adolescentes que frequentaram a consulta externa de adolescência ou aqueles que recorreram ao serviço de urgência pediátrica de um hospital da região centro. Os dados foram recolhidos através de questionário entre março e maio de 2022, e como instrumento de recolha de dados utilizou-se a Escala de Hábitos Alimentares (EHA) (Marques et al., 2011) e o International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) (Craig et al., 2003). Dos resultados salienta-se a prevalência de rapazes (59,4%), com uma média de idade de 13,85±2,22 anos, a maioria com idades ≥14 anos (63,3%). Em relação aos seus hábitos alimentares, destaca-se a variedade alimentar (M=3,83), seguindo-se a adequação dos hábitos alimentares (M=3,58), com uma média menor na quantidade alimentar (M=3,12). As variáveis sociodemográficas não interferiram nos hábitos alimentares dos adolescentes (p>0,05). O nível de atividade física não interfere nos hábitos alimentares dos adolescentes (p>0,05). Todavia, os adolescentes ativos fisicamente foram os que revelaram, maioritariamente, um comportamento alimentar mais adequado (Md = 35,47).