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Staphylococcus aureus resistente à meticilina: impacto do protocolo de rastreio de portadores

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Staphylococcus aureus (S. aureus) é uma bactéria pertencente à microbiota do ser humano, sendo capaz de causar infeção. Ao longo do tempo desenvolveu resistência aos antimicrobianos, sendo que a resistência à meticilina representa atualmente um problema a nível mundial. O Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) é um dos principais agentes responsáveis por infeções associadas aos cuidados de saúde e adquiridas na comunidade, resultando num aumento do tempo de hospitalização, morbilidade e mortalidade. Com o intuito de prevenir estas infeções têm vindo a ser implementados programas de prevenção e controlo da transmissão do MRSA, incluindo o rastreio e a descolonização de portadores. Este estudo tem como objetivo avaliar o impacto do protocolo de rastreio de portadores no número de infeções hospitalares por MRSA. Foram recolhidos os dados referentes a doentes colonizados e infetados por este microrganismo, no período entre 2016 e 2021, num hospital da área de Lisboa e Vale do Tejo. Os resultados demonstraram que, ao longo dos anos em estudo, a implementação de medidas como o rastreio ativo de portadores, originou um aumento no número de doentes sujeitos a pesquisa de MRSA, bem como uma diminuição na percentagem de doentes colonizados e infetados. Este trabalho corrobora o impacto positivo do protocolo de rastreio de portadores de MRSA, uma vez que evidencia a sua eficácia na redução do número de infeções causadas pelas estirpes de S. aureus com resistência à meticilina.
Autores principais:Faustino, Sofia da Cunha e Silva Araújo
Assunto:Staphylococcus aureus MRSA Rastreio Descolonização Controlo de infeção Screening Decolonization Infection control
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:O Staphylococcus aureus (S. aureus) é uma bactéria pertencente à microbiota do ser humano, sendo capaz de causar infeção. Ao longo do tempo desenvolveu resistência aos antimicrobianos, sendo que a resistência à meticilina representa atualmente um problema a nível mundial. O Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) é um dos principais agentes responsáveis por infeções associadas aos cuidados de saúde e adquiridas na comunidade, resultando num aumento do tempo de hospitalização, morbilidade e mortalidade. Com o intuito de prevenir estas infeções têm vindo a ser implementados programas de prevenção e controlo da transmissão do MRSA, incluindo o rastreio e a descolonização de portadores. Este estudo tem como objetivo avaliar o impacto do protocolo de rastreio de portadores no número de infeções hospitalares por MRSA. Foram recolhidos os dados referentes a doentes colonizados e infetados por este microrganismo, no período entre 2016 e 2021, num hospital da área de Lisboa e Vale do Tejo. Os resultados demonstraram que, ao longo dos anos em estudo, a implementação de medidas como o rastreio ativo de portadores, originou um aumento no número de doentes sujeitos a pesquisa de MRSA, bem como uma diminuição na percentagem de doentes colonizados e infetados. Este trabalho corrobora o impacto positivo do protocolo de rastreio de portadores de MRSA, uma vez que evidencia a sua eficácia na redução do número de infeções causadas pelas estirpes de S. aureus com resistência à meticilina.