Publicação
Nutrition support of preterm infants in intensive care unit
| Resumo: | Introdução: Os recém-nascidos prematuros são uma população propensa a deficiências nutricionais e ingestão insuficiente de energia. Quando a energia e os nutrientes não são suficientes, podem sofrer restrições de crescimento entre outras complicações. O objetivo deste estudo foi avaliar se RN prematuros internados em unidades de cuidados intensivos alcançaram as recomendações nutricionais pré-natais através da análise do ganho ponderal, ingestão de energia, proteína e aporte hídrico. Avaliamos igualmente se a adequação da ingestão de energia, proteína e fluidos foi suficiente para atingir as metas nutricionais. Métodos: Os dados foram recolhidos no Hospital Dona Estefânia no período de fevereiro de 2006 a outubro de 2008 em cinquenta e um prematuros com internamento> 4 semanas. Foi registado o sexo, a idade cronológica e o número de semanas de gestação, bem como dados do peso, e de ingestão de energia, proteína e fluidos. De acordo com as curvas de crescimento de Fenton foi analisado a adequação do ganho de peso semanal. A adequação da ingestão nutricional em energia, proteínas e fluídos foi determinada de acordo com as recomendações do European Society of Paediatric Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition (ESPGHAN) Committee on Nutrition. Utilizou-se o IBM SPSS Statistics para avaliar as correlações entre clínicas diferentes variáveis. Resultados: Encontraram-se deficiências de ingestão de energia, proteína e fluidos. Esta deficiências diminuíram com o tempo, verificando-se maior deficit nas primeiras semanas. Após a primeira semana, apenas um (1,96%) prematuro atingiu a meta de ganho de peso; na segunda semana e terceira semanas, 6 (11,76%) dos pretermos cumpriam as recomendações de ganho ponderal. Quanto maior (classificação de percentil de peso superior) e mais idade apresentava o prematuro, maior ganho ponderal apresentou. Verificaram-se correlações positivas entre o ganho de peso e a ingestão de energia, proteína e líquidos. Conclusão: É essencial garantir que os recém-nascidos prematuros ingiram nutrientes suficientes para atender às metas nutricionais garantindo a progessão ponderal adequada. Maior atenção ao cumprimento das necessidades deve ser dada ao recém-nascidos com menor tempo de gestação e mais baixo peso. |
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| Autores principais: | Chen, Jiaji |
| Assunto: | Nutrition Preterm infants Weight gain Energy, protein and fluids intake Nutrição Prematuros Ganho de peso Ingestão de energia Proteína Fluídos Cuidados intensivos Intensive care |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | inglês |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | Introdução: Os recém-nascidos prematuros são uma população propensa a deficiências nutricionais e ingestão insuficiente de energia. Quando a energia e os nutrientes não são suficientes, podem sofrer restrições de crescimento entre outras complicações. O objetivo deste estudo foi avaliar se RN prematuros internados em unidades de cuidados intensivos alcançaram as recomendações nutricionais pré-natais através da análise do ganho ponderal, ingestão de energia, proteína e aporte hídrico. Avaliamos igualmente se a adequação da ingestão de energia, proteína e fluidos foi suficiente para atingir as metas nutricionais. Métodos: Os dados foram recolhidos no Hospital Dona Estefânia no período de fevereiro de 2006 a outubro de 2008 em cinquenta e um prematuros com internamento> 4 semanas. Foi registado o sexo, a idade cronológica e o número de semanas de gestação, bem como dados do peso, e de ingestão de energia, proteína e fluidos. De acordo com as curvas de crescimento de Fenton foi analisado a adequação do ganho de peso semanal. A adequação da ingestão nutricional em energia, proteínas e fluídos foi determinada de acordo com as recomendações do European Society of Paediatric Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition (ESPGHAN) Committee on Nutrition. Utilizou-se o IBM SPSS Statistics para avaliar as correlações entre clínicas diferentes variáveis. Resultados: Encontraram-se deficiências de ingestão de energia, proteína e fluidos. Esta deficiências diminuíram com o tempo, verificando-se maior deficit nas primeiras semanas. Após a primeira semana, apenas um (1,96%) prematuro atingiu a meta de ganho de peso; na segunda semana e terceira semanas, 6 (11,76%) dos pretermos cumpriam as recomendações de ganho ponderal. Quanto maior (classificação de percentil de peso superior) e mais idade apresentava o prematuro, maior ganho ponderal apresentou. Verificaram-se correlações positivas entre o ganho de peso e a ingestão de energia, proteína e líquidos. Conclusão: É essencial garantir que os recém-nascidos prematuros ingiram nutrientes suficientes para atender às metas nutricionais garantindo a progessão ponderal adequada. Maior atenção ao cumprimento das necessidades deve ser dada ao recém-nascidos com menor tempo de gestação e mais baixo peso. |
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