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O efeito do treino propriocetivo na prevenção de lesões da tibiotársica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivos – Avaliar e comparar a eficácia de três diferentes tipos de treino propriocetivo e a relação desta na redução da incidência de entorses da tibiotársica em atletas juvenis masculinos de futebol 11. Método – Foram avaliadas e comparadas a força muscular na tibiotársica e a propriocetividade entre três grupos: um com treino propriocetivo com supervisão (GE), outro sem supervisão (GC1) e outro com treino de gesto técnico (GC2) durante um período de nove semanas, duas a três vezes por semana. Resultados – Ambos os GE e GC1 verificaram aumentos significativos (p<0,01) da propriocetividade quando comparados com GC2. Conclusão – Os resultados sugerem que, após um curto período de exercícios propriocetivos, os atletas melhoram a sua propriocetividade, mas não necessariamente a força muscular da articulação tibiotársica. A supervisão não apresenta uma influência estatisticamente significativa sobre a eficácia do treino.
Autores principais:Estorninho, Ana
Outros Autores:Vinagre, Daniela; Salvador, Ricardo; Nunes, Tiago; Amaral, Vanda; Sá, Nanci; Carolino, Elisabete
Assunto:Entorse Tornozelo Tibiotársica Treino propriocetivo Futebol Strain Tibiotarsal Ankle Proprioceptive training Football
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:Objetivos – Avaliar e comparar a eficácia de três diferentes tipos de treino propriocetivo e a relação desta na redução da incidência de entorses da tibiotársica em atletas juvenis masculinos de futebol 11. Método – Foram avaliadas e comparadas a força muscular na tibiotársica e a propriocetividade entre três grupos: um com treino propriocetivo com supervisão (GE), outro sem supervisão (GC1) e outro com treino de gesto técnico (GC2) durante um período de nove semanas, duas a três vezes por semana. Resultados – Ambos os GE e GC1 verificaram aumentos significativos (p<0,01) da propriocetividade quando comparados com GC2. Conclusão – Os resultados sugerem que, após um curto período de exercícios propriocetivos, os atletas melhoram a sua propriocetividade, mas não necessariamente a força muscular da articulação tibiotársica. A supervisão não apresenta uma influência estatisticamente significativa sobre a eficácia do treino.