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A aplicação do modelo de Atitude Relativamente à Marca de John Rossiter na comunicação publicitária actual

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com base no modelo de John Rossiter e suportados em campanhas publicitárias selecionadas para o efeitos, pretendemos demonstrar como se pode definir correctamente os objectivos de uma comunicação publicitária para se estabelecer uma relação duradoura entre a marca e o consumidor Na realidade, o que diferencia a publicidade de outros modos de comunicação é a intenção clara e expressa de alterar a atitude do receptor para um comportamento favorável à aquisição do produto/marca anunciado. O objectivo é atingido quando o receptor capta, não só o significado da mensagem, mas quando demonstra uma intenção de compra. Teoricamente admite-se que a comunicação publicitária dispõe de dois tipos de argumentos: um cognitivo e outro afectivo. A utilização de um e de outro dependerá dos objectivos específicos de cada mensagem e do próprio produto/marca. Deste modo, a argumentação de base cognitiva seria aconselhada para produtos com características claras, relevantes e distintivas que fossem susceptíveis de demonstração. Já para produtos sem atributos específicos e sem grandes diferenças de outros concorrentes, o único recurso seria a argumentação do tipo afectivo, marcada pelo apelo aos afectos, sentimentos e emoções do receptor.
Autores principais:Cruz, Adelino Baptista da
Outros Autores:Verissimo, Jorge
Assunto:Publicidade Estratégia Comunicação Consumidor
Ano:2002
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:Com base no modelo de John Rossiter e suportados em campanhas publicitárias selecionadas para o efeitos, pretendemos demonstrar como se pode definir correctamente os objectivos de uma comunicação publicitária para se estabelecer uma relação duradoura entre a marca e o consumidor Na realidade, o que diferencia a publicidade de outros modos de comunicação é a intenção clara e expressa de alterar a atitude do receptor para um comportamento favorável à aquisição do produto/marca anunciado. O objectivo é atingido quando o receptor capta, não só o significado da mensagem, mas quando demonstra uma intenção de compra. Teoricamente admite-se que a comunicação publicitária dispõe de dois tipos de argumentos: um cognitivo e outro afectivo. A utilização de um e de outro dependerá dos objectivos específicos de cada mensagem e do próprio produto/marca. Deste modo, a argumentação de base cognitiva seria aconselhada para produtos com características claras, relevantes e distintivas que fossem susceptíveis de demonstração. Já para produtos sem atributos específicos e sem grandes diferenças de outros concorrentes, o único recurso seria a argumentação do tipo afectivo, marcada pelo apelo aos afectos, sentimentos e emoções do receptor.