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Aplicação da lei de Benford e a importância do controlo interno

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O tema fraude, tem sido cada vez mais discutido e observado nas últimas décadas, como reação à crescente globalização e exigências da economia mundial. O controlo interno, como uma metodologia de eficácia e eficiência nas operações, confiabilidade nas demonstrações financeiras e mecanismo de cumprimento de leis regulamentos, surge como uma forma de prevenir e detetar fraude nas organizações. Esta investigação visa avaliar de que forma o controlo interno nas entidades cotadas em dois índices bolsistas, aumenta a fiabilidade das demonstrações financeiras divulgadas. Com este estudo, pretende-se observar e analisar o comportamento da informação financeira num contexto anterior (ano 2007) e presente (ano 2013) de elevada crise financeira, e se o facto de estas entidades serem regulamentadas e sujeitas ao controlo interno, aumenta a qualidade das demonstrações financeiras, nesta época de regressão financeira. Nesta investigação, foram desenvolvidos os conceitos de controlo interno e de que forma pode ser aplicado, como uma ferramenta de apoio à gestão das organizações. Para a análise, foi utilizada a Lei de Benford como um modelo de análise estatística da probabilidade esperada de ocorrência de dígitos. Foi possível concluir que para as empresas pertencentes ao índice BE500 o nível de evidência de fraude é superior ao verificado nas empresas pertencentes S&P500, referência ao período compreendido entre o ano de 2007 e o ano de 2013. As conclusões foram obtidas com referência às variáveis volume de vendas e resultado liquido, não se verificando esta tendência quando foi analisada a variável EBIT.
Autores principais:Condeço, Patrícia Isabel Hipólito
Assunto:Controlo interno Fraude Lei de Benford Deteção de fraude Prevenção de fraude Auditoria Auditoria interna Contabilidade forense Internal audit Internal control Fraud Benford’s law Fraud detection Fraud prevention Audit Fraud prevention Forensic accounting
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:O tema fraude, tem sido cada vez mais discutido e observado nas últimas décadas, como reação à crescente globalização e exigências da economia mundial. O controlo interno, como uma metodologia de eficácia e eficiência nas operações, confiabilidade nas demonstrações financeiras e mecanismo de cumprimento de leis regulamentos, surge como uma forma de prevenir e detetar fraude nas organizações. Esta investigação visa avaliar de que forma o controlo interno nas entidades cotadas em dois índices bolsistas, aumenta a fiabilidade das demonstrações financeiras divulgadas. Com este estudo, pretende-se observar e analisar o comportamento da informação financeira num contexto anterior (ano 2007) e presente (ano 2013) de elevada crise financeira, e se o facto de estas entidades serem regulamentadas e sujeitas ao controlo interno, aumenta a qualidade das demonstrações financeiras, nesta época de regressão financeira. Nesta investigação, foram desenvolvidos os conceitos de controlo interno e de que forma pode ser aplicado, como uma ferramenta de apoio à gestão das organizações. Para a análise, foi utilizada a Lei de Benford como um modelo de análise estatística da probabilidade esperada de ocorrência de dígitos. Foi possível concluir que para as empresas pertencentes ao índice BE500 o nível de evidência de fraude é superior ao verificado nas empresas pertencentes S&P500, referência ao período compreendido entre o ano de 2007 e o ano de 2013. As conclusões foram obtidas com referência às variáveis volume de vendas e resultado liquido, não se verificando esta tendência quando foi analisada a variável EBIT.