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Desafios e potenciais do uso de inteligência artificial na produção cinematográfica independente: na curta-metragem “Não contém glúten”

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho de mestrado investiga os desafios e potenciais do uso da Inteligência Artificial (IA) na produção cinematográfica independente, a partir de uma experiência prática que une criação artística e investigação académica. O estudo tem como ponto de partida a curta-metragem Não Contém Glúten, adaptada da peça homónima de Sérgio Roveri, utilizada como laboratório para testar ferramentas de IA em diferentes etapas do desenvolvimento audiovisual. Foram explorados moodboards, cenários híbridos, apoio à escrita dramatúrgica e a criação de um teaser experimental como prova de conceito. A pesquisa articula duas dimensões: a teórica, que discute o estado da arte sobre IA e cinema e reflete sobre dilemas éticos e criativos; e a prática, que documenta a integração destas tecnologias no processo autoral. Como realizador independente, enfrento restrições orçamentais e a busca por autonomia criativa, e é dessa vivência que nasce esta investigação. O objetivo é compreender como a IA pode apoiar a criação sem substituir a dimensão humana, propondo um modelo que alia rigor académico, prática artística e reflexão pessoal.
Autores principais:Luccas, Juliano Geanfrancesco
Assunto:Inteligência artificial Cinema independente Estética híbrida Produção audiovisual Narrativa distópica Artificial intelligence Independent cinema Hybrid aesthetics Film production Dystopian narrative
Ano:2026
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:Este trabalho de mestrado investiga os desafios e potenciais do uso da Inteligência Artificial (IA) na produção cinematográfica independente, a partir de uma experiência prática que une criação artística e investigação académica. O estudo tem como ponto de partida a curta-metragem Não Contém Glúten, adaptada da peça homónima de Sérgio Roveri, utilizada como laboratório para testar ferramentas de IA em diferentes etapas do desenvolvimento audiovisual. Foram explorados moodboards, cenários híbridos, apoio à escrita dramatúrgica e a criação de um teaser experimental como prova de conceito. A pesquisa articula duas dimensões: a teórica, que discute o estado da arte sobre IA e cinema e reflete sobre dilemas éticos e criativos; e a prática, que documenta a integração destas tecnologias no processo autoral. Como realizador independente, enfrento restrições orçamentais e a busca por autonomia criativa, e é dessa vivência que nasce esta investigação. O objetivo é compreender como a IA pode apoiar a criação sem substituir a dimensão humana, propondo um modelo que alia rigor académico, prática artística e reflexão pessoal.