Publicação
Tempos decisivos. O General e a Democracia [recensão crítica]
| Resumo: | Recensão à obra de David Castaño - Eanes e a Democracia. Lisboa: Penguin Random House, 2018, 556 pp. “Depois de Soares e a Revolução, David Castaño retoma a história da construção do Portugal democrático com Eanes e a Democracia, obra lançada em finais de 2018. Soares e a Revolução gravita em torno da figura do líder histórico do PS, enfatizando o seu papel na definição da nova ordem e analisando a sua estratégia e intervenção nos conturbados anos de 1974-1975. Eanes e a Democracia, por seu lado, tem como referência inicial o ano da institucionalização da democracia representativa (1976) - de que a eleição de Ramalho Eanes como presidente, por sufrágio directo, livre e universal, é um dos símbolos-, e acompanha os caminhos, nem sempre fáceis ou lineares, percorridos até à revisão constitucional de 1982”. (excerto) |
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| Autores principais: | Rezola, Maria Inácia |
| Assunto: | Ramalho Eanes, António (1935- ) Transição para a Democracia Conselho da Revolução História de Portugal |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | recensão |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | Recensão à obra de David Castaño - Eanes e a Democracia. Lisboa: Penguin Random House, 2018, 556 pp. “Depois de Soares e a Revolução, David Castaño retoma a história da construção do Portugal democrático com Eanes e a Democracia, obra lançada em finais de 2018. Soares e a Revolução gravita em torno da figura do líder histórico do PS, enfatizando o seu papel na definição da nova ordem e analisando a sua estratégia e intervenção nos conturbados anos de 1974-1975. Eanes e a Democracia, por seu lado, tem como referência inicial o ano da institucionalização da democracia representativa (1976) - de que a eleição de Ramalho Eanes como presidente, por sufrágio directo, livre e universal, é um dos símbolos-, e acompanha os caminhos, nem sempre fáceis ou lineares, percorridos até à revisão constitucional de 1982”. (excerto) |
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