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Crónica de uma mudança anunciada: o caso do banco Investimento

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Apesar de pacífica a asserção de que a mudança é um processo organizacional necessário e um estado permanente de renovação e adaptação aos cada vez mais inusitados constrangimentos e estímulos internos e externos a que as organizações estão diariamente expostas, é por demais evidente a sua conotação negativa sendo não raras vezes percecionada e sentida de forma non grata. Veja-se, a titulo ilustrativo, as conclusões aferidas pelo estudo da consultora Ken Blanchard Companies (2008) referindo que entre 50 a 70% dos esforços de mudança não são eficazes e sobretudo falham, mesmo antes de serem plenamente implementados, ou então a metáfora enunciada por Cunha, Rego & Talone (2011) quando equiparam a mudança a uma guerra de trincheiras em que o “exército de agentes combate uma força de recetores pouco recetivos” (pg. 2).
Autores principais:Miranda, Sandra
Assunto:Gestão da mudança Reputação Banco Investimento
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:Apesar de pacífica a asserção de que a mudança é um processo organizacional necessário e um estado permanente de renovação e adaptação aos cada vez mais inusitados constrangimentos e estímulos internos e externos a que as organizações estão diariamente expostas, é por demais evidente a sua conotação negativa sendo não raras vezes percecionada e sentida de forma non grata. Veja-se, a titulo ilustrativo, as conclusões aferidas pelo estudo da consultora Ken Blanchard Companies (2008) referindo que entre 50 a 70% dos esforços de mudança não são eficazes e sobretudo falham, mesmo antes de serem plenamente implementados, ou então a metáfora enunciada por Cunha, Rego & Talone (2011) quando equiparam a mudança a uma guerra de trincheiras em que o “exército de agentes combate uma força de recetores pouco recetivos” (pg. 2).