Publicação
Infâncias, quadrinhos e ruralidade: Quatro fragmentos das histórias que vivi para me tornar no que sou
| Resumo: | Este é um artigo escrito na primeira pessoa e adopta uma perspectiva literária, essa mesmo tão defendida por Elliot Eisner, a partir da qual ele, tal como eu, acreditava ser também possível narrar ciência. Por isso, nem Eisner nem Max Van Manen, esse fenomenólogo da educação enquanto experiência vivida, aparecerão a pontuar o meu texto. Mas declaro solenemente que este texto é-lhes devedor da sua substância implícita. Consequentemente, é um texto limpo e vivo, sem vozes de teóricos mortos, que é o mesmo que dizer sem bibliografia. Logo, perigosamente, anti-acadêmico nesse sentido de ter que estar polvilhado de referências, citações e outras meta-narrativas para se considerar “científico”. Busca a coerência da originalidade e é precisamente consciente que a vida de cada um é única e irrepetível. E julgo ser na ligação entre estes fragmentos que se encontrará talvez a resposta ao desafio lançado pela Revista: como nos tornamos arte educadores. |
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| Autores principais: | Charréu, Leonardo |
| Assunto: | Infância Escolarização Ruralidade Autobiografia Childhood Schooling Rurality Autobiography |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | Este é um artigo escrito na primeira pessoa e adopta uma perspectiva literária, essa mesmo tão defendida por Elliot Eisner, a partir da qual ele, tal como eu, acreditava ser também possível narrar ciência. Por isso, nem Eisner nem Max Van Manen, esse fenomenólogo da educação enquanto experiência vivida, aparecerão a pontuar o meu texto. Mas declaro solenemente que este texto é-lhes devedor da sua substância implícita. Consequentemente, é um texto limpo e vivo, sem vozes de teóricos mortos, que é o mesmo que dizer sem bibliografia. Logo, perigosamente, anti-acadêmico nesse sentido de ter que estar polvilhado de referências, citações e outras meta-narrativas para se considerar “científico”. Busca a coerência da originalidade e é precisamente consciente que a vida de cada um é única e irrepetível. E julgo ser na ligação entre estes fragmentos que se encontrará talvez a resposta ao desafio lançado pela Revista: como nos tornamos arte educadores. |
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