Publicação
Avaliação da cultura de segurança do doente na consulta externa no centro de otorrinolaringologia no Hospital da Luz (Lisboa)
| Resumo: | A melhoria da prestação dos cuidados de saúde passa pela identificação de oportunidades de redução de despesas, garantindo o acesso a novas tecnologias, com bons resultados processuais e satisfação do cliente. O esforço desenvolvido pelas unidades de saúde para melhorar a qualidade inclui uma avaliação crítica das práticas atuais para que sejam desenvolvidas melhorias nos processos, para que exista uma redução da variação das práticas clínicas e uma otimização do consumo de recursos. A cultura de segurança é o produto de valores individuais e de grupo, de atitudes, de capacidades de perceção, de competências e de padrões de comportamento que determinam o empenho na gestão e segurança de uma organização. A avaliação da perceção dos profissionais sobre a Cultura de Segurança do Doente é essencial para a introdução de medidas de melhoria decorrentes dos resultados, alcançando melhores níveis de segurança e de qualidade nos cuidados prestados aos doentes. Assim, com o objetivo de produzir os primeiros indicadores da avaliação da cultura de Segurança do Doente na organização em estudo e propor sugestões de melhoria, Este estudo descritivo tem como principais objetivos a identificação de pontos fortes e fracos da Cultura de Segurança do Doente, promovendo oportunidades de melhoria com a caracterização da perceção dos profissionais da organização em estudo, A amostra (n=35) é constituída maioritariamente por enfermeiros (54,3%), seguindo-se os médicos (31,4%) e os técnicos superiores de diagnóstico e de terapêutica (14,3%). Observou-se que o trabalho em equipa (dimensão 1) é o ponto forte da organização. As Dimensões 4, 7, 9, 10, 11 e 12 (Aprendizagem organizacional; abertura na comunicação, trabalho entre unidades; dotação de profissionais e resposta ao erro não punitiva, respetivamente) apresentam um resultado final que sugere oportunidades de melhoria. |
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| Autores principais: | Isidoro, Nélia Filipa Alves |
| Assunto: | Qualidade em saúde Segurança do doente Avaliação da qualidade Meio hospitalar Portugal Hospital da Luz Quality in health care Patient safety Quality assessment Hospital Consulta externa Otorrinolaringologia Otorhinolaryngology ORL |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | A melhoria da prestação dos cuidados de saúde passa pela identificação de oportunidades de redução de despesas, garantindo o acesso a novas tecnologias, com bons resultados processuais e satisfação do cliente. O esforço desenvolvido pelas unidades de saúde para melhorar a qualidade inclui uma avaliação crítica das práticas atuais para que sejam desenvolvidas melhorias nos processos, para que exista uma redução da variação das práticas clínicas e uma otimização do consumo de recursos. A cultura de segurança é o produto de valores individuais e de grupo, de atitudes, de capacidades de perceção, de competências e de padrões de comportamento que determinam o empenho na gestão e segurança de uma organização. A avaliação da perceção dos profissionais sobre a Cultura de Segurança do Doente é essencial para a introdução de medidas de melhoria decorrentes dos resultados, alcançando melhores níveis de segurança e de qualidade nos cuidados prestados aos doentes. Assim, com o objetivo de produzir os primeiros indicadores da avaliação da cultura de Segurança do Doente na organização em estudo e propor sugestões de melhoria, Este estudo descritivo tem como principais objetivos a identificação de pontos fortes e fracos da Cultura de Segurança do Doente, promovendo oportunidades de melhoria com a caracterização da perceção dos profissionais da organização em estudo, A amostra (n=35) é constituída maioritariamente por enfermeiros (54,3%), seguindo-se os médicos (31,4%) e os técnicos superiores de diagnóstico e de terapêutica (14,3%). Observou-se que o trabalho em equipa (dimensão 1) é o ponto forte da organização. As Dimensões 4, 7, 9, 10, 11 e 12 (Aprendizagem organizacional; abertura na comunicação, trabalho entre unidades; dotação de profissionais e resposta ao erro não punitiva, respetivamente) apresentam um resultado final que sugere oportunidades de melhoria. |
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