Publicação
Tempo de estudo autónomo e autorregulação da aprendizagem - uma outra forma de pensar o processo de ensinar e de aprender
| Resumo: | O presente documento surge no âmbito da Unidade Curricular Prática de Ensino Supervisionada II, do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo e em Português e História e Geografia de Portugal no 2.º Ciclo do Ensino Básico (CEB). Este integra a descrição, análise e reflexão sobre as experiências de estágio em 1.º e em 2.º CEB, bem como uma investigação, desenvolvida durante a prática pedagógica no 1.º CEB. O estudo retrata o processo de implementação do Tempo de Estudo Autónomo (TEA) com uma turma do 2.º ano, com o objetivo de analisar as implicações da sua utilização no desenvolvimento dos alunos. Este tema foi impulsionado por motivações pessoais, mas também como uma solução para a diferenciação pedagógica e para atenuar as fragilidades dos alunos ao nível das noções de tempo, responsabilidade, autonomia e cumprimento de regras de sala de aula. Para tal, foram definidos três objetivos específicos: i) Delinear a implementação do TEA; ii) Avaliar o desenvolvimento de competências de autorregulação nos alunos; iii) Conhecer a opinião dos alunos sobre a rotina. A implementação foi planeada flexivamente e gerida em conjunto com os alunos. Este processo foi relatado em notas de campo, em que se registaram as mudanças e os processos de resolução de problemas, úteis para fundamentar os resultados da avaliação. Para a avaliação de competências de autorregulação, foram formulados indicadores e critérios, organizados em grelhas de avaliação semanais. Finalmente, para compreender o valor que os alunos atribuíram à nova forma de trabalho, foram aplicados inquéritos por questionário e realizada uma entrevista de grupo. Os resultados revelaram que a implementação do TEA não só promoveu o desenvolvimento das competências de autorregulação dos alunos, como foi proficiente na atenuação das referidas fragilidades. Além disso, instituiu-se como uma forma de trabalho indispensável na sala de aula, facilitadora de processos de diferenciação pedagógica. |
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| Autores principais: | Cunha, Inês Nobre da |
| Assunto: | Tempo de estudo autónomo Autorregulação da aprendizagem Diferenciação pedagógica Autonomous study time Self-regulation learning Pedagogical differentiation |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | O presente documento surge no âmbito da Unidade Curricular Prática de Ensino Supervisionada II, do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo e em Português e História e Geografia de Portugal no 2.º Ciclo do Ensino Básico (CEB). Este integra a descrição, análise e reflexão sobre as experiências de estágio em 1.º e em 2.º CEB, bem como uma investigação, desenvolvida durante a prática pedagógica no 1.º CEB. O estudo retrata o processo de implementação do Tempo de Estudo Autónomo (TEA) com uma turma do 2.º ano, com o objetivo de analisar as implicações da sua utilização no desenvolvimento dos alunos. Este tema foi impulsionado por motivações pessoais, mas também como uma solução para a diferenciação pedagógica e para atenuar as fragilidades dos alunos ao nível das noções de tempo, responsabilidade, autonomia e cumprimento de regras de sala de aula. Para tal, foram definidos três objetivos específicos: i) Delinear a implementação do TEA; ii) Avaliar o desenvolvimento de competências de autorregulação nos alunos; iii) Conhecer a opinião dos alunos sobre a rotina. A implementação foi planeada flexivamente e gerida em conjunto com os alunos. Este processo foi relatado em notas de campo, em que se registaram as mudanças e os processos de resolução de problemas, úteis para fundamentar os resultados da avaliação. Para a avaliação de competências de autorregulação, foram formulados indicadores e critérios, organizados em grelhas de avaliação semanais. Finalmente, para compreender o valor que os alunos atribuíram à nova forma de trabalho, foram aplicados inquéritos por questionário e realizada uma entrevista de grupo. Os resultados revelaram que a implementação do TEA não só promoveu o desenvolvimento das competências de autorregulação dos alunos, como foi proficiente na atenuação das referidas fragilidades. Além disso, instituiu-se como uma forma de trabalho indispensável na sala de aula, facilitadora de processos de diferenciação pedagógica. |
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