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Qual o efeito da crise no setor automóvel?

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Resumo:A crise financeira de 2007/2008 teve a sua origem no mercado de crédito hipotecário de alto risco dos Estados Unidos da América (EUA), também conhecido como mercado subprime, tendo sido considerada a maior crise económica e financeira após a Grande Depressão de 1929. A globalização e a ausência de transparência em determinados produtos financeiros foram as condições base para o efeito dominó que espalhou a crise pelo mercado internacional. Neste sentido a crise com origem nos EUA afetou toda a economia internacional, não se limitando apenas ao mercado imobiliário. Portugal atravessou sérias dificuldades após os despoletar da crise, e como tal as instituições financeiras e o mercado automóvel também sofreram as consequências da crise. Neste sentido, esta dissertação pretende analisar qual o efeito da crise no setor automóvel, nomeadamente, na venda de viaturas novas e qual o efeito sentido na concessão de crédito, no período compreendido entre 2005 e 2015, em Portugal. Como tal o risco de crédito e a sua gestão assumem um papel importante nesta dissertação, para que se possa compreender a pressão a que se encontram sujeitas as instituições financeiras, e quais as alterações e medidas recomendadas pelos Acordos de Basileia. Com este estudo, conclui-se que em 2015 o mercado automóvel e o crédito concedido, ainda não recuperaram totalmente da crise, estando também a ser alvo da saturação do mercado e envelhecimento da população.
Autores principais:José, Ana Catarina da Silva
Assunto:Crise financeira Setor automóvel Crédito concedido Risco de crédito Acordos de Basileia Financial crisis Automobile sector Credit granted Credit risk Basel Accords
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:A crise financeira de 2007/2008 teve a sua origem no mercado de crédito hipotecário de alto risco dos Estados Unidos da América (EUA), também conhecido como mercado subprime, tendo sido considerada a maior crise económica e financeira após a Grande Depressão de 1929. A globalização e a ausência de transparência em determinados produtos financeiros foram as condições base para o efeito dominó que espalhou a crise pelo mercado internacional. Neste sentido a crise com origem nos EUA afetou toda a economia internacional, não se limitando apenas ao mercado imobiliário. Portugal atravessou sérias dificuldades após os despoletar da crise, e como tal as instituições financeiras e o mercado automóvel também sofreram as consequências da crise. Neste sentido, esta dissertação pretende analisar qual o efeito da crise no setor automóvel, nomeadamente, na venda de viaturas novas e qual o efeito sentido na concessão de crédito, no período compreendido entre 2005 e 2015, em Portugal. Como tal o risco de crédito e a sua gestão assumem um papel importante nesta dissertação, para que se possa compreender a pressão a que se encontram sujeitas as instituições financeiras, e quais as alterações e medidas recomendadas pelos Acordos de Basileia. Com este estudo, conclui-se que em 2015 o mercado automóvel e o crédito concedido, ainda não recuperaram totalmente da crise, estando também a ser alvo da saturação do mercado e envelhecimento da população.