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Encenação digital

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Resumo:Esta dissertação divide-se em três capítulos: sendo o primeiro O Teatro, o Realismo e o Espetador, o segundo, Encenação Digital e, por fim, o terceiro, Teatro Imortal. Procuro no primeiro capítulo analisar a relação do espetador com os media e a tecnologia (vídeo, ecrãs, smartphone, projeções e interatividade) assim como a relação dos espetadores com o objeto teatral. Posteriormente interessa-me analisar o objeto teatral em si, diferenciando-o do seu processo criativo. No segundo capítulo, Encenação Digital, questiono a encenação realizada na era digital, assim como a utilização de media em espetáculos, destacando diferentes possibilidades de o encenador tirar partido da evolução tecnológica para as suas criações. Apresento neste capítulo dois conceitos: ‘Encenação Digital’ e ‘Controlo Técnico Total’. Estes conceitos foram desenvolvidos a partir do software Isadora de Mark Coniglio, que permite interação entre diferentes media. O primeiro conceito diz respeito à utilização da tecnologia, software e hardware, enquanto ferramenta artística e o segundo conceito tem uma abordagem mais técnica com foco na organização do espetáculo para que este possa ser operado (som, luz e vídeo) através de um único computador. Por fim, no capítulo Teatro Imortal, coloco em questão a efemeridade do teatro e a importância do texto enquanto ponto de partida ou forma para a fixação do objeto teatral no espaço e no tempo. Proponho neste último capítulo uma aproximação às artes plásticas, enquanto testemunho de um espetáculo.
Autores principais:Xavier, Marc André França
Assunto:Encenação digital Controlo técnico total Teatro imortal Multimédia Hipermédia Encenação Teatro Performance Digital directing Total technical control Immortal theatre Multimedia Hypermedia Theatre Directing Performance
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Instituto Politécnico de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa
Descrição
Resumo:Esta dissertação divide-se em três capítulos: sendo o primeiro O Teatro, o Realismo e o Espetador, o segundo, Encenação Digital e, por fim, o terceiro, Teatro Imortal. Procuro no primeiro capítulo analisar a relação do espetador com os media e a tecnologia (vídeo, ecrãs, smartphone, projeções e interatividade) assim como a relação dos espetadores com o objeto teatral. Posteriormente interessa-me analisar o objeto teatral em si, diferenciando-o do seu processo criativo. No segundo capítulo, Encenação Digital, questiono a encenação realizada na era digital, assim como a utilização de media em espetáculos, destacando diferentes possibilidades de o encenador tirar partido da evolução tecnológica para as suas criações. Apresento neste capítulo dois conceitos: ‘Encenação Digital’ e ‘Controlo Técnico Total’. Estes conceitos foram desenvolvidos a partir do software Isadora de Mark Coniglio, que permite interação entre diferentes media. O primeiro conceito diz respeito à utilização da tecnologia, software e hardware, enquanto ferramenta artística e o segundo conceito tem uma abordagem mais técnica com foco na organização do espetáculo para que este possa ser operado (som, luz e vídeo) através de um único computador. Por fim, no capítulo Teatro Imortal, coloco em questão a efemeridade do teatro e a importância do texto enquanto ponto de partida ou forma para a fixação do objeto teatral no espaço e no tempo. Proponho neste último capítulo uma aproximação às artes plásticas, enquanto testemunho de um espetáculo.