Publicação
Até que ponto limitamos o brincar a partir da nossa conceção de perigo?
| Resumo: | O presente trabalho consubstancia-se num relatório elaborado no âmbito da Unidade Curricular de Prática Profissional Supervisionada II (PPS), no primeiro semestre do segundo ano do Mestrado em Educação Pré-escolar. A prática profissional realizouse entre os dias 01 de outubro de 2018 e 21 de janeiro de 2019, na valência de Jardim de Infância (JI), numa sala com 25 crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 5 anos, numa instituição sem fins lucrativos, situada no concelho de Lisboa. O relatório que ora se apresenta, tem como principal objetivo realizar, de uma forma reflexiva, uma caracterização do contexto socioeducativo onde decorreu a prática profissional, uma identificação e avaliação das intenções que tive por base durante toda a ação, uma investigação e uma avaliação de todo o processo. No que diz respeito à investigação, esta recai sobre a problemática do brincar e do perigo. Neste sentido, o principal objetivo da presente investigação é perceber se as conceções de perigo podem influenciar ou não, o brincar da criança. De modo a conhecer e a compreender a problemática que identifiquei, optei por uma abordagem de natureza qualitativa, seguindo como método de investigação o estudo de caso e recorri à observação direta participante e à observação indireta, através da realização de entrevistas, como técnicas de recolha de dados. Tanto a minha prática profissional, como a consulta bibliográfica, me levam a considerar que uma educação que valorize a permissão de brincadeiras, que envolvam situações de maior risco, terá maior sucesso se o mesmo for devidamente partilhado, explicado e fundamentado junto da equipa educativa, crianças e famílias, para que todos possamos, de forma concertada, contribuir para o desenvolvimento das crianças e para a mitigação do risco/perigo. |
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| Autores principais: | Almeida, Inês Melo de |
| Assunto: | Criança Perigo Brincar Risco Segurança Children Danger Play time Risk Safety |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | O presente trabalho consubstancia-se num relatório elaborado no âmbito da Unidade Curricular de Prática Profissional Supervisionada II (PPS), no primeiro semestre do segundo ano do Mestrado em Educação Pré-escolar. A prática profissional realizouse entre os dias 01 de outubro de 2018 e 21 de janeiro de 2019, na valência de Jardim de Infância (JI), numa sala com 25 crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 5 anos, numa instituição sem fins lucrativos, situada no concelho de Lisboa. O relatório que ora se apresenta, tem como principal objetivo realizar, de uma forma reflexiva, uma caracterização do contexto socioeducativo onde decorreu a prática profissional, uma identificação e avaliação das intenções que tive por base durante toda a ação, uma investigação e uma avaliação de todo o processo. No que diz respeito à investigação, esta recai sobre a problemática do brincar e do perigo. Neste sentido, o principal objetivo da presente investigação é perceber se as conceções de perigo podem influenciar ou não, o brincar da criança. De modo a conhecer e a compreender a problemática que identifiquei, optei por uma abordagem de natureza qualitativa, seguindo como método de investigação o estudo de caso e recorri à observação direta participante e à observação indireta, através da realização de entrevistas, como técnicas de recolha de dados. Tanto a minha prática profissional, como a consulta bibliográfica, me levam a considerar que uma educação que valorize a permissão de brincadeiras, que envolvam situações de maior risco, terá maior sucesso se o mesmo for devidamente partilhado, explicado e fundamentado junto da equipa educativa, crianças e famílias, para que todos possamos, de forma concertada, contribuir para o desenvolvimento das crianças e para a mitigação do risco/perigo. |
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