Publicação
"Participar é dizer coisas para mudar!" (A.L): a participação das crianças num contexto de jardim de infância
| Resumo: | O relatório aqui apresentado foi elaborado no âmbito da Unidade Curricular (UC) de Prática Profissional Supervisionada (PPS) que decorreu num Jardim de Infância (JI) do concelho de Cascais, com um grupo de crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos. Integra um trabalho reflexivo sobre a minha prática enquanto educadora-estagiária e pretende apresentar e descrever o caminho percorrido durante os cinco meses de intervenção pedagógica e desenvolvimento de uma atitude investigativa. No primeiro capítulo, é apresentada uma caracterização do contexto, que objetiva uma ação educativa alicerçada em intencionalidades, sendo ainda feita uma avaliação do processo de intervenção. No capítulo seguinte, através de uma atitude investigativa, são apresentados os pressupostos teóricos que nortearam a minha investigação e os respetivos resultados, incidindo sobre os níveis de participação das crianças naquele contexto educativo – uma sala de jardim de infância. Para tal, foram ouvidas as vozes de duas educadoras e de duas auxiliares da organização, bem como as vozes de 16 crianças. No que se refere à metodologia, a investigação é de natureza qualitativa, tendo-se optado pelo método de estudo de caso. Foram ainda utilizadas diferentes técnicas de recolha de dados: entrevistas, grupos de discussão focalizada e a observação. A investigação teve como principal objetivo identificar e compreender que tipo de participação existe por parte das crianças com quem intervim num contexto educativo. Com a análise dos dados recolhidos nesta investigação, corroborou-se a importância de efetivar os direitos de participação das crianças, pois estas são, efetivamente, sujeitos competentes e, como cidadãs que são, devem fazer uso desse direito. O presente estudo refletiu também a necessidade de desconstrução do modo tradicional e transmissivo presente nalgumas práticas, passando a perspetivar as crianças enquanto sujeitos de direitos e atores sociais – incluindo o direito a PARTICIPAR. |
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| Autores principais: | Valério, Mara Freire |
| Assunto: | Jardim de infância Participação Prática profissional supervisionada Direitos da crianças Supervised professional practice Kindergarten Participation Children's rights |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico de Lisboa |
| Resumo: | O relatório aqui apresentado foi elaborado no âmbito da Unidade Curricular (UC) de Prática Profissional Supervisionada (PPS) que decorreu num Jardim de Infância (JI) do concelho de Cascais, com um grupo de crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 6 anos. Integra um trabalho reflexivo sobre a minha prática enquanto educadora-estagiária e pretende apresentar e descrever o caminho percorrido durante os cinco meses de intervenção pedagógica e desenvolvimento de uma atitude investigativa. No primeiro capítulo, é apresentada uma caracterização do contexto, que objetiva uma ação educativa alicerçada em intencionalidades, sendo ainda feita uma avaliação do processo de intervenção. No capítulo seguinte, através de uma atitude investigativa, são apresentados os pressupostos teóricos que nortearam a minha investigação e os respetivos resultados, incidindo sobre os níveis de participação das crianças naquele contexto educativo – uma sala de jardim de infância. Para tal, foram ouvidas as vozes de duas educadoras e de duas auxiliares da organização, bem como as vozes de 16 crianças. No que se refere à metodologia, a investigação é de natureza qualitativa, tendo-se optado pelo método de estudo de caso. Foram ainda utilizadas diferentes técnicas de recolha de dados: entrevistas, grupos de discussão focalizada e a observação. A investigação teve como principal objetivo identificar e compreender que tipo de participação existe por parte das crianças com quem intervim num contexto educativo. Com a análise dos dados recolhidos nesta investigação, corroborou-se a importância de efetivar os direitos de participação das crianças, pois estas são, efetivamente, sujeitos competentes e, como cidadãs que são, devem fazer uso desse direito. O presente estudo refletiu também a necessidade de desconstrução do modo tradicional e transmissivo presente nalgumas práticas, passando a perspetivar as crianças enquanto sujeitos de direitos e atores sociais – incluindo o direito a PARTICIPAR. |
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